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domingo, 30 de setembro de 2007

Flagelo ainda mais complexo do que se pensava

A revista Nature incluíu um novo estudo sobre sistemas flagelares, com uma abordagem pela perspectiva das redes da proteínas. A primeira coisa que o artigo demonstra (mais uma vez) é que há proteínas centrais que são absolutamente necessárias para a mobilidade do flagelo. Mas diz também algo completamente surpreendente: “De fato, permanece pouco claro se todos os componentes de proteína do aparelho flagelar foram identificados.” O artigo diz também que os genes de mobilidade previstos usando seqüências do genoma necessitam ser verificados contra um cenário funcional (aka “relevância biológica”). Estes cientistas deram-se ao trabalho de descobrir quais os genes necessários para a mobilidade flagelar (através de massivas análises). Encontraram diversas proteínas de mobilidade novas que parecem ser especificas a certas espécies.
de The ID update

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Motores Bacterianos / Nanotecnologia

Um físico da universidade de Oxford vê o futuro do nanotecnologia nos funcionamentos de um dos motores mais minúsculos da Natureza, o motor que permite que algumas bactérias se desloquem através da rotação de filamentos delgados conhecidos por flagelos.

“O motor flagelar bacteriano é um exemplo de bio-nanotecnologia acabada, e compreender como funciona e como é construido é uma das primeiras etapas para fazer máquinas sintéticas na mesma escala minúscula,” disse o Dr. Richard Berry, Tutor Associado na "Physics at Oxford University". “Os menores motores giratórios feitos pelo homem até agora são milhares de vezes maiores.”

Este motor tem a mesma relação peso-potência que um motor de combustão interna, gira até 100.000 RPM e consegue a eficiência próxima da perfeição. Contudo em somente 50 nanometres, cem milhões conseguiriam uma paragem total. O único outro motor elétrico giratório natural está na enzima do ATP-synthase.

O Dr. Berry é um membro do "Rotary Molecular Motors Group" no "Oxford Department of Physics". Ele apresentou sua pesquisa na "Biophysical Society's Annual Meeting" em Salt Lake City, Utah, a 19 de Fevereiro.

O físico e seus colegas japoneses alteraram as proteínas normalmente encontradas no motor de E Coli para fazê-lo funcionar a sodio em vez de a íons de hidrogênio. Isto permitiu que reduzissem a velocidade de rotação baixando o nível de íons do sodio presentes. Tornaram também a actividade do motor mais fàcilmente detectável unindo grânulos minúsculos aos topos dos flagelos. Finalmente 26 etapas distintas podiam ser observadas em cada uma de suas voltas.

“O motor funciona a corrente electrica, pelo fluxo de iões de hidrogênio ou de sodio através da membrana da célula, e cada etapa pode ser provocada por um ou dois íons do sodio que passem através do motor,” explica o Dr. Berry

As ferramentas envolvidas incluem pinças óticas, que empregam feixes luminosos para segurar e medir partículas transparentes, e um microscópio de alta velocidade de fluorescencia que pode capturar 2500 imagens por segundo.

O Dr.Berry e seus colegas determinaram até agora a relação força-velocidade do motor, e que ele pode ter até doze “cilindros" independentes.

“Nossa pesquisa vai nos permitir medir o desempenho do motor quando nós variarmos coisas como a a voltagem aplicada e o número de cilindros, e vai nos permitir compreender a física do processo fundamental de geração da força,” disse o Dr. Berry.


(Physorg)


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Um besouro e os engenheiros aeronauticos

Andy McIntosh arranjou um sócio pouco habitual para a sua pesquisa de engenharia - um sócio com seis pés.

Um professor de termodinâmica e da teoria da combustão na universidade de Leeds em Inglaterra, McIntosh está procurando uma maneira mais fiável de retomar a ignição dos motores de turbina de gás dos aviões, que por vezes se apagam durante o vôo. Quando isto acontecer, um elétrodo dispara, produzindo uma pequena explosão que envia uma onda de partículas carregadas para o motor. Infelizmente, estas partículas não viajam sempre distante o suficiente para provocar uma reação.

É aqui que McIntosh encontrou uma inspiração biológica. Comum por todo o mundo, o Besouro Bombardeiro (Brachinus) tem uma defesa única contra seus predadores. Ao produzir um jogo de explosões químicas repetidas numa câmara de combustão no seu abdômen, o inseto cría uma arma biológica de Gatling capaz de disparar um jato líquido fervendo, em quase todas as direções. “Escaldá-lo-á se você puser a sua mão próximo,” diz McIntosh . As “râs, as aranhas, as formigas e os pássaros que tentam comer esta criatura são parados por esta ejeção, aprendendo assim que não lhe devem tocar.”

Os projetos naturais envolvidos são tão eficientes que McIntosh quer adaptá-los para melhorar os dispositivos de retoma de ignição dos motores. Especificamente, descobriu que a forma da câmara de combustão do besouro e seu bocal são muito importantes para maximizar a quantidade de material ejetada por cada explosão. E “que isso poderia ser a vantagem grande para os dispositivos de re-ignição das turbinas de gás,” diz. Uma ejeção mais eficiente podia lançar partículas ionizadas mais longe dentro do motor que se apagara, aumentando a possibilidade de reiniciá-lo com sucesso.

[...]

Para além dos dispositivos de re-ignição dos motores, McIntosh diz que imagina aplicações futuras da técnica eficiente da ejeção do besouro bombardeiro, incluindo a tecnologia de foguetes, os airbags dos automóveis e veículos aéreos, embora todas estas estejam além do objectivo do seu estudo atual.

Ambos concordam que a biologia tem muitas mais lições para os projectistas humanos. “Eu penso que o mundo natural está cheio de projetos excelentes dos quais nós podemos aprender,” diz McIntosh. “E eu penso que deve haver muito mais contato e interação entre bons biólogos e engenheiros. Esta interação entre as disciplinas, eu penso, precisa ser feito com muita mais frequência. ” - Greg Ross

(American Scientist)

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sábado, 29 de setembro de 2007

Dawkins, o mais longo silêncio

Vocês querem aprender como a evolução Darwinista gera a nova informação?
O seguinte clip de video, que inclui o trecho de filme original da questão, mostra como Richard Dawkins respondeu, no contexto, quando a pergunta lhe foi colocada diretamente a ele durante uma entrevista. Phillip Johnson descreveu esta entrevista como se segue:

“Em resposta à pergunta, Dawkins hesitou no mínimo onze segundos, um tempo agonizantemente longo no contexto de uma entrevista de video, até finalmente dar uma resposta completamente irrelevante sobre a transição entre peixes e anfíbios. Os criacionistas ficaram em extâse. Segundo eles, Richard Dawkins--o Darwinista mais proeminente do mundo--ficou assim completamente atordoado pela pergunta mais importante que eles tinham, e que ele teve que evitar.”
(Phillip Johnson, The Wedge of Truth, pgs. 39-40)


Johnson também relata as acusações falsas que foram promovidas a respeito desta gravação:

Esta gravação acabou por ir parar a Barry Williams, editor de um jornal Australiano chamado The Skeptic, que consultou Dawkins e depois publicou um artigo ríspido com o título de “Creationist Deception Exposed” (Mentira Criacionista Desmascarada). Aparentemente Williams no início pareceu acusar os autores do filme de alterarem a gravação original colocando lá uma pergunta que não teria sido perguntada a Dawkins, mas essa acusação nunca foi colocada de forma explicita e em todo o caso foi abandonada depois de os criacionistas terem arranjado as gravações originais.
(Phillip Johnson, The Wedge of Truth, da página 40 (Intervarsity Press, 1999).)


Como Johnson nota, este vídeo fornece essa gravação original para que possamos ver exactamente como Dawkins respondeu àquela questão especifica que lhe foi colocada:



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P.S. - O próprio Dawkins publicou uma resposta a este vídeo onde tentou responder ao "Desafio da Informação". Leiam a resposta de Dawkins aqui (sorry, em inglês) e vejam se ele não tem ainda que responder satisfatoriamente à questão!

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Microdino - a piada continua


Vejam esta noticia

Sobre um fossil que acharam de um mini dinossauro que teria apenas 70cm de comprimento, incluindo a cauda.
Mais um, que não sabem se teria penas ou se não as teria, mas já está lá na figurinha com umas asinhas!

...E lá continua a FANTASIA evolucionista!

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Gigantoraptor - a piada continua

Vejam esta noticia na Scientific American.

Sobre um fossil que acharam de uma criatura gigante que teria 1400 Kg de peso.
Não sabem se teria penas ou se não as teria, mas já está lá na figurinha com umas asinhas!

E a FANTASIA evolucionista continua!

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Dawkins na piada das penas

Vejam o evolucionista e ateu Richard Dawkins a dizer que é preciso fé para acreditar na possibilidade da selecção natural ter gerado as penas das aves:

Ver VIDEO

"...tem que haver uma série de vantagens na pena. Se vc não consegue pensar numa dessas vantagens, isso é problema seu, e não da selecção natural. A selecção natural... hum...hum ... bem acho que é uma questão de fé da minha parte..."

Será que esse homem está a ficar honesto?!!!... ou fugiu-lhe a boca pra verdade?!!!

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Sinosauropteryx - mais um FIASCO evolucionista

O aparecimento de “protopenas” em alguns fosseis de dinossauro é frequentemente usado como suporte para a teoria de que dinossauros terópodes desenvolveram penas e evoluiram para aves. Esta teoria é agora desafiada pelo trabalho relatado no Website da Nature.

O artigo de notícias chamado "Bald dino casts doubt on feather theory" (Dino calvo lança dúvidas na teoria das penas) refere o novo trabalho feito num fóssil de Sinosauropteryx (literalmente “lagarto de asas chinês”). Os relatórios anteriores sugeriram que estes animais estiveram cobertos com densas "protopenas". No entanto, este estudo novo conclui que estas estruturas semelhantes a penas são “o que resta das fibras do colágeno degradadas”.

O Dr. David Unwin (um perito do dinossauros) é citado naquele artigo de notícias dizendo o seguinte, “não há nenhuma necessidade de pânico”. Ele também alega que, “Isto não pôe em causa de maneira nenhuma que os dinossauros tiveram penas e de que os dinossauros deram origem aos pássaros.”

Contudo, parece que as teorias evolucionistas atuais sobre a origem das penas estão seriamente abaladas por este relatório. Se este achado for confirmado pela análise das outras criaturas de que se diz terem semelhantes “protopenas”, então aí não vai haver nenhuma evidência fossil para suportar a teoria que que os terópodes desenvolveram penas. Se não houver nenhum fossil do teropode com “protopenas” então as reivindicações de que estes dinossauros desenvolveram penas mostrarão estarem baseadas mais na fé do que em fatos científicos.

Fonte: Truth In Science

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FOTO do fóssil Sinosauropteryx:
-> a legenda da foto diz o seguinte "fóssil de dinossauro encontrado na China - Sinosauropteryx. As penas podem ser vistas na linha escura ao longo das costas do espécime - American Museum of Natural History"

depenado!
ou melhor... sem penas como sempre foi! Rsrsrs

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Não são penas...
Mais dois links dizendo, em inglês, que afinal as "penas" de dinossauro não são penas:
France-Press
Proceedings of The Royal Society

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Links em português do FIASCO evolucionista

"Penas dos primeiros dinossauros eram afinal colagénio"
"A equipa de Lingham-Soliar, em parceria com o norte-americano Alan Fedducia, da Universidade da Carolina do Norte, e Xiaolin Wang, da Academia de Ciências de Pequim, acredita que as estruturas que supostamente correspondiam à cauda e às penas são, na verdade, uma espécie de escamas de colagénio, idênticas ao que se observa na pele dos tubarões ou dos répteis.
As famosas plumas não seriam, por conseguinte, mais do que restos de uma camada de colagénio que davam a este pequeno dinossauro uma armadura protectora.
"
O Público, 23/5/07

"Penas dos primeiros dinos seriam de colágeno"
Globo

"Penas dos primeiros dinossauros seriam estruturas de colágeno"
Uol

"Penas de dinossauros seriam estruturas de colágeno"
Terra

"Vestígios de penas em primeiros dinossauros eram colágeno, diz estudo"
Folha

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Juravenator starki - o "elo" inconveniente

Vejam até aonde vai a fé das penas e a fantasia dos evolucionistas.

Já em Março do ano passado tinha sido encontrado um fossil de dinossauro, na Alemanha, chamado de Juravenator starki, que ao contrário do que esperavam os evolucionistas, não apresentava sinais de penas. Pelo contrário apresentava zonas do corpo com a pele fossilizada com evidência de escamas.

Este achado trouxe surpresa aos paleontologos evolucionistas e lançou mesmo dúvidas acerca do surgimento das penas nos dinossauros. O problema é que este dinossauro pertencia a um grupo de dinossauros que, segundo aqueles paleontologos, já teria desenvolvido penas, pertencia ao mesmo grupo do Sinosauropteryx que abriu este tópico. Portanto o Juravenator starki devia ter penas como as "penas" que o Sinosauropteryx apresentava. Mas no Juravenator starki via-se claramente que o que tinha eram apenas escamas.
Especialistas evolucionistas de renome, avançaram com algumas explicações que agora, à luz das recentes descobertas, se tornam até cómicas. Entre outras coisas disseram que algumas linhagens de dinossauros teriam desenvolvido penas depois de outras linhagens. Um especialista sugeriu mesmo que o fóssil do Juravenator starki poderia levar a uma má interpretação por se tratar de um espécime jovem e suas estruturas de penas ainda se iriam desenvolver.

Vejam o que foi noticiado em Março de 2006 sobre o Juravenator starki:

"Dino alemão confunde origem das penas"
Só um fator destoa: achado no sul da Alemanha e extremamente bem-preservado, o bicho, que deve ter sido um bípede corredor, conta com pequenos trechos de "couro" ao longo da cauda, os quais sobreviveram ao processo de fossilização. Ora, esse tecido está cheio de pequenas saliências que lembram escamas --e sem pena nenhuma. "Acontece que esse animal é extremamente parecido com o Sinosauropteryx, da China, que tinha boa parte do corpo coberta com penas primitivas", conta Chiappe.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14361.shtml

"Fóssil de dinossauro questiona advento das penas"
Segundo todas as expectativas, esta criatura, chamada "Juravenator starki", deveria ter tido filamentos de penas em seu corpo. Ele pertence a um pequeno grupo da família Compsognathidae, que inclui os primeiros dinossauros penosos conhecidos: o Sinosauropteryx, e foi um primo e contemporâneo próximo da ave mais remota conhecida, a Archaeopteryx, que viveu cerca de 150 milhões de anos atrás no Jurássico Tardio. Mas o fóssil, belamente preservado, não tem plumas ou até mesmo estruturas para mantê-las, apenas uma pele escamosa, segundo um artigo que será publicado na edição de quinta-feira da revista científica britânica Nature.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI920250-EI319,00.html

Instituto Ciência Hoje
Um novo dinossauro do Jurássico da Alemanha acaba de ser descrito. A espécie se chama Juravenator starki e foi encontrada na Bavária, no sul do país. O único esqueleto conhecido do animal pertencia a um animal jovem, com menos de um metro de comprimento. Junto à cauda foram encontrados vestígios de tecido mole, mas sem qualquer evidência de penas. O fato chamou a atenção dos pesquisadores coordenados pela alemã Ursula Göhlich, já que o Juravenator pertence a um grupo de dinossauros que tinha desenvolvido penas e, portanto, deveria ter essas estruturas preservadas. Com a nova descoberta, publicada na Nature, constata-se que a origem e evolução das penas em dinossauros é mais complicada do que se supunha, podendo ter ocorrido diversas vezes – e de forma independente – na evolução desses répteis.
http://ich.unito.com.br/materia/view/44963

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A piada do Sinosauropteryx

Á luz das recentes descobertas algumas declarações de paleontólogos evolucionistas são até uma piada.
Vejam este pequeno VIDEO do "American Museum Of Natural History":
(Necessário o "Real Player")

Nele o paleontologo dizia:
"A descoberta mais excitante foi em 1996... o primeiro dinossauro plumado chamado Sinosauropteryx... agora temos este novo fossil mostrando isso [que as aves evoluiram dos dinossauros]. Este dinossauro tem protopenas, definitivamente não são escamas, são filamentos parecidos com pelo."

Hehehe... Repararam no "definitivamente"?!!!
O homem devia acreditar mesmo naquilo!... Pena que se enganou, pois parece que afinal são mesmo escamas!!


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Mais um erro dos evolucionistas

Nove dentes de gorila fossilizados encontrados na Etiópia puxam bem para trás o galho cronológico da história evolutiva entre macacos-antropóides e humanos quase duas vezes o tempo previamente aceito pelos cientistas evolucionistas. A revista Nature relatou que os pesquisadores dataram o fóssil aproximadamente entre 10.5 e 11 milhões de anos. Anteriormente, a data aceita pelos evolucionistas para a divergência entre macacos-antropóides e humanos era de 6 a 7 milhões de anos.

As implicações desta descoberta na teoria da evolução humana é que tudo vai ter que ser datado bem para trás no tempo em relação ao que os evolucionistas acreditavam antes desta descoberta. Por quê? Porque este "gorila" agora descoberto era essencialmente moderno em pelo menos 2 milhões de anos antes de a altura em que os evolucionistas acreditavam que o ancestral comum teria existido.

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Grande ROMBO na evolução humana

A descoberta, em princípio, parece ser só um detalhe da evolução dos primatas: provavelmente o mais antigo membro da linhagem dos gorilas, cujos dentes, com idade aproximada de 10,5 milhões de anos, acabam de ser desenterrados no interior da Etiópia.
Mas os parcos restos mortais desse pré-gorila também podem chacoalhar os galhos da árvore evolutiva humana. A idade deles sugere que nossos ancestrais diretos se separaram dos demais grandes macacos muito antes do que se imaginava, o que abre um imenso rombo na genealogia do Homo sapiens.

[...]

Surge, então, um rombo dos grandes. Até agora, o mais antigo ancestral direto do homem, ou hominídeo, como se diz, atende pelo nome de Sahelanthropus e tem só 6 milhões de anos. Considerando que os gorilas já estavam separados de nós e dos chimpanzés há 10,5 milhões de anos, pode muito bem que ser que exista uma longa série de hominídeos antiqüíssimos, posteriores à separação entre nossa linhagem e a dos chimpanzés, ainda a ser descobertos.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL91859-5603,00.html


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Nove dentes de gorila e a confissão da Ignorância Evolucionista

Frequentemente só depois dos Darwinistas relatarem uma nova descoberta fossil é que admitem retroactivamente o pouco que eles sabiam previamente sobre uma determinada transição evolucionária. Isto aconteceu outra vez recentemente quando uma equipa de paleoantropologos relataram ter encontrado dentes de gorila com 10,5 milhões de anos que a "Nature News" alegou “ajudar a preencher uma grande lacuna no registro do fossil.” A acompanhar este achado, entretanto, veio um impressionante reconhecimento de ignorância a respeito da evolução dos seres humanos:

“O registro fossil humano vai até 6 a 7 milhões de anos atrás, mas nós não sabemos nada sobre como a linha humana emergiu realmente dos grandes macacos,” disseram os investigadores numa declaração na quarta-feira que acompanhou a publicação de seu estudo na revista Nature.“Chororapithecus dá-nos o primeiro vislumbre da ligação aos grandes macacos na história origens humanas.”

(Michael Kahn, “Fossil hints at earlier split in our family tree,” 8/22/07)


Assim, aí têm, estes paleoantropologos admitem: “nós não sabemos nada sobre como a linha humana emergiu realmente dos grandes macacos.” Tais confissões de ignorância são acompanhadas tipicamente por relatórios de um achado fossil que forneça realmente algum tipo de evidência interessante para a evolução. Neste caso, nós temos a confissão, mas eles não forneceram a evidência que suportaria a evolução. A Nature admitiu que a equipa de pesquisa “baseou sua conclusão em apenas nove dentes de pelo menos de três indivíduos da espécie.” E quão interessantes são estes dentes? De acordo com a Nature News, “os dentes, oito molares e um canino, “são coletivamente indistinguiveis das subespecies do gorila moderno no tamanho, proporcão e na estrutura interna scaneada.” Se você não achar que isto fornece evidências de que os seres humanos evoluíram de espécies de grandes macaco, junte-se ao clube.

Resumindo, depois de este achado que era suposto preencher "uma grande lacuna”, nós somos deixados com nove dentes do gorila e o reconhecimento de que “nós não sabemos nada sobre como a linha humana emergiu realmente dos grandes macacos.” Talvez neste caso, a confissão de ignorância sobre a evolução humana não era afinal assim tão retroactiva.


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O descrédito do ÍCONE da EVOLUÇÃO HUMANA

É o descrédito da ilustração que era o ícone da evolução humana, que começa com um macaco que se arrasta apoiando-se nas mãos, e acaba com um homem que caminha carregando uma pasta.

Quanto mais descobertas se fazem mais crenças evolucionistas vão caíndo.
Os cientistas evolucionistas pensavam, durante muito tempo, que o Homo Sapiens evoluiu dos Neandertais. Agora sabe-se que as duas espécies (se é que se podem considerar espécies diferentes) viveram durante o mesmo periodo de tempo e que o Homo Sapiens não evoluiu dos Neandertais.

Agora uma descoberta similar acontece para o Homo Habilis e Homo Erectus.

Vejam esta IMAGEM:

Lembrem-se que essa imagem foi por muitos anos "adorada" pelos evolucionistas... porém, agora, á luz das novas descobertas, o mais certo é essa imagem estar ERRADA...
NÃO SE ESQUEÇAM... aquela imagem tem agora ali pelo menos 2 "macacos" a mais!...

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A crença da evolução

Novos fósseis desafiam teoria de que Homo erectus evoluiu do Homo habilis

A descoberta de dois fósseis desafia a crença de que o nosso ancestral Homo erectus evoluiu do Homo habilis, de acordo com um artigo publicado pela revista britânica Nature em sua edição desta quinta-feira.


Agence France Press, 8/8/07


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Homo Habilis e Homo Erectus viveram lado-a-lado

O Homo Erectus e o até agora considerado seu antepassado Homo Habilis viveram durante muito tempo lado-a-lado na África Oriental, revela um estudo da revista «Nature», pondo em causa a actual teoria da evolução humana.

Segundo os investigadores, esta descoberta contraria as teorias actuais e prova que as duas espécies de hominídeos não se sucederam na escala da evolução, mas conviveram lado-a-lado durante muito tempo, provavelmente um milhão de anos, na bacia do Turkana.

Para os autores da descoberta, a prova obtida sobre a coexistência entre o Homo Erectus e Homo Habilis torna doravante «pouco provável» que o primeiro tenha evoluído a partir do segundo.


TSF, 8/8/07

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Novos fósseis bagunçam evolução do homem

Um dos poucos fatos aparentemente sólidos sobre a evolução humana pode cair por terra por causa de um crânio nanico e um pedaço de maxilar. Os dois foram achados a leste do lago Turkana, no Quênia, e podem indicar que dois dos mais famosos ancestrais do homem moderno, o Homo habilis e o Homo erectus, não são "pai" e "filho" evolutivos, respectivamente, mas sim "irmãos" -- duas espécies que descendem de um ancestral comum e evoluíram de forma independente.


Globo, 8/8/07



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os ENGENHEIROS e o DI

Porque estão tantos engenheiros interessados na teoria do design inteligente ?

A origem de uma nova estrutura, de uma máquina em miniatura, ou de um sistema de processamento de informação, ou de um circuito, é um problema de engenharia. Frequentemente as pessoas criticam o movimento do design inteligente por termos nos nossos numeros tantos proeminentes professores de engenharia. Mas nós não pedimos desculpas por isso, porque os engenheiros são precisamente os cientistas quesabem o que é preciso para o design das coisas, para construir coisas. E a questão das origens é essencialmente uma questão de engenharia. Como é que estes sistemas ficaram construidos? E quando se tem tantos professores de engenharia de alto nivel - em mecânicas, eléctricas ou em engenharia de software - dizendo, eu penso que estamos a olhar para sistemas que claramente mostram evidência de design, penso que os Darwinistas têm um sério problema. Se eles não conseguem persuadir essas pessoas, de que o mecanismo de variação e selecção é capaz de produzir esses sistemas, penso que essa teoria do século IXX está em sérios problemas.
Stephen C. Meyer

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O software da vida

Há quem o adore e quem o odeie, mas ele diz assim:

"O DNA é como um programa de computador, mas muito, muito mais avançado do que qualquer software que alguma vez tenhamos criado."

Bill Gates

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Uma nova abordagem para a biologia
.
"Sistemas biológicos é geralmente um termo definido, mas a principal ideia é de que a biologia é uma ciência da informação, com os genes como uma espécie de código digital. Açém disso, enquanto muita da biologia molecular tem envolvido estudar um simples gene ou proteina em profundidade, os sistemas biológicos olham para o todo, como todos os genes e proteinas interagem. Por fim o objectivo é desenvolver modelos computacionaisque possam predizer o comportamento das células ou dos organismos, tal como a Boeing pode simular como um avião irá voar antes de ser construído.

Mas tal tarefa requer que os biólogos formem equipas com cientistas de sistemas computacionais, engenheiros, fisicos e matemáticos. Mas a estrutura das universidades torna isso dificil."


Dr. Leroy Hood
A investigação do Dr. Hood tem-se centrado no estudo da imunologia molecular, biotecnologia, e genoma.
Vários prémios:
2003 Lemelson-MIT Prize for Invention and Innovation
2002 Kyoto Prize
1987 Lasker Award



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Termodinâmica

"Os principios de termodinâmica mesmo em sistemas abertos não permite que seja alcançada uma nova função usando niveis de energia livre aumentados sem nova maquinaria. E novas máquinas não surgem apenas por simplesmente adicionar energia a máquinas existentes.

E esta tese é falseável. Se alguém pegasse numa máquina quimica existente e produzisse uma máquina quimica diferente que não estivesse lá antes (tanto como uma sub parte ou codificada na forma latente para isso no DNA) então este argumento teria sido falseado."


Andy McIntosh

Engenheiro quimico e Professor (o mais alto nivel de hierarquia do ensino/investigação no Reino Unido) de Termodinâmica e Teoria da Combustão na Universidade de Leeds e autor de mais de 100 artigos de investigação. A investigação do Prof. McIntosh inclui biomimetics aonde os mecanismos naturais são estudados com a finalidade de serem usados em aplicações de engenharia.

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Sensores de CO2 - maravilhas de engenharia natural
A borboleta Manduca sexta, usa sensores de CO2 para avaliar a quantidade de nectar que irá obter das flores da Datura wrightii. As abelhas de mel usam sensores de CO2 para avaliar a qualidade do ar nas suas colmeias: se estiver demasiado alto, elas ventilam como resposta. Não é ainda claro o porquê das moscas Drosophila precisarem de sensores de CO2, mas elas os têm e novas investigações revelaram a arquitectura dos seus sensores.
Dois receptores genéticos estão envolvidos: Gr21a e Gr63a. Ambos são precisos para que o sensor funcione, e eles são apenas sensiveis ao CO2. "O cenário mais simples é que os dois receptores formam um complexo que atrai o CO2. É possivel, contudo, que outras moléculas sejam também necessárias." Num ensaio chamado News & Views, Rachel Wilson escreve: "Considerando-os como minusculos sensores quimicos, estes neuronios são maravilhas da engenharia natural."
Há uma distinção importante que se tem que fazer entre a engenharia que se encontra no mundo natural e a engenharia que é resultado de processos naturais (leis e acaso). Ter dois neuronios complexos ali presentes para captar o CO2, e depois ter o resto dos circuitos para comunicar o seu sinal para o cérebro do insecto, mostra todos os sinais de informação complexa especifica (que noutros contextos é associada com o design inteligente).
Esta investigação parece ter um grande potencial para a malária, porque sabe-se que os mosquitos usam o CO2 da respiração animal como um estimulo para se aproximarem. "Se esta nova perspectiva molecular permitir projectar novos repelentes para mosquitos, isso pode ter um impacto da maior impotância na saúde global." É curioso que a publicação cientifica permita que o 'design' seja invocado para eliminar um ou dois dos neuronios relevantes, mas não para a origem desses neuronios em primeiro lugar.


Dois receptores quimico-sensoriais juntos intervêm na detecção do dioxido de carbono
Walton Jones, P. Cayirlioglu, e L. Vosshall
Nature 445, 4/1/2007


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Porque são necessários engenheiros para fazer "biologia sintética" ?

Esta é uma das 6 histórias genéticas de destaque de 2006, da Discover.
Estas pessoas não só estão a fazer investigação no âmbito do design inteligente - elas são engenheiros!

O design inteligente tornou-se uma realidade cientifica este ano com o relatório de que investigadores fizeram por encomenda um micróbio salvavidas - um que ajuda a produzir uma droga mais do que necessária contra a malaria. O feito é uma das primeiras aplicações concretas da biologia sintética, um campo emergente em que os cientistas reorganizam os componentes da vida celular por forma a obterem precisamente os resultados à medida do que pretendem.

Dispondo juntos os genes de três espécies diferentes, o engenheiro quimico Jay Keasling da Universidade da California em Berkeley transformou um caminho metabólico no fermento que permite o microbio engenhado produzir o precursor da artemisinina, um composto usado para tratar a malária. Artemisinina é normalmente retirada das folhas de uma planta doce chamada abrótano, mas é cara e dificil de extrair em grandes quantidades. Uma forma mais barata de a produzir pode salvar muitas vidas, pois pelo menos 1 milhão de pessoas morre de malaria todos os anos. "Nós fizemo todos os esforços para produzir esta droga," diz Keasling. As etapas restantes necessárias para fabricá-la, diz, podem ser conseguidas usando a barata quimica sintética padrão.

Em agosto o National Science Foundation sustentou a promessa da biologia sintética com uma concessão de $16 milhões para promover o estabelecimento do Centro de Investigação da Engenharia Biológica Sintética (SynBERC), uma colaboração entre instituições como a universidade de Harvard, o MIT, a universidade de Califórnia em San Francisco, e a universidade de Califórnia em Berkeley. Os projetos do interesse incluem criar as drogas que combatem o HIV, as bactérias que procuram e invadem as células cancerosas, e fontes biológicas da energia renovável. Num projeto separado, Craig Venter do Instituto do J. Craig Venter em Rockville, Maryland, está tentando syintetizar uma bactéria com o genoma mínimo necessitado para viver.

Alguns investigadores na comunidade científica expressaram o alarme, contudo, relativamente ao progresso rápido num campo que poderia conduzir a um método simples para produzir microorganismos patogenicos artificiais, resistentes a drogas, ou tipos novos de armas biológicas. A SynBERC não só instalou um sistema open-source para partilhar seqüências de DNA e componentes básicos da biologia sintética, mas também os segmentos de DNA sintético podem agora ser requisitados pela Internet a um custo relativamente baixo. Isto já tem permitido aos cientistas obter o poliovirus e ressuscitar o vírus mortal da gripe de 1918. "A síntese do DNA leva-o da informação genetica, que está amplamente disponível, ao material genetico," explica Drew Endy, um professor assistente da engenharia biológica no MIT. Em maio os cientistas encontraram-se para discutir o mau emprego potencial de técnicas biológicas avançadas da engenharia. Produziram um esboço de linhas orientativas para a indústria - incluindo a perspectiva das vendas do DNA sintético - mas nenhum regulamento está atualmente formalizado.


(Fonte)

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Biocomputação

"Há uma revisão de livro interessante no Guardian. Abaixo está um breve excerto. O livro é sobre biocomputação. Cada vez mais parece que toda a biologia interessante é na verdade uma forma de engenharia. Se eu alguma vez me tornasse o presidente de uma universidade, eu dissolveria o departamento de biologia e dividiria a faculdade em dois departamentos novos: aqueles que sabem engenharia e que sabem como ela se aplica aos sistemas biológicos, seriam atribuídos ao novo 'Departamento da Engenharia Biológica'; o resto, e aqui incluiria os evolucionistas, seriam consignados ao novo 'Departamento da Apreciação da Natureza' (Darwin não se via a ele próprio como um naturalista?)."
William Dembski


Excerto da revisão do livro "Genesis Machines: The New Science of Biocomputing":

O livro fascinante de Amos mostra como tal manipulação em miniaturas é uma etapa no caminho para a "matéria verdadeiramente programável". O sonho dos investigadores de um robô "médico" microscópico que viaje pelo sua corrente sanguinea ao primeiro sinal da doença e dispense drogas. Mas não será um submarino encolhido por um raio miniaturizador, como na Viagem Fantástica; definitivamente não será eletrônico. Para quê reinventar a roda? As "máquinas" da natureza contêm já os componentes que nós necessitamos. "Os autores de ficção científica contam histórias de "micro-robots"- dispositivos incrivelmente minúsculos que podem ir vagueando com a sua própria energia, detetando seu ambiente, falando uns com os outros e destruindo invasores," observa Amos. "Tais dispositivos já existem, mas nós conhecemo-los melhor com o nome de bactérias."

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Engenharia Reversa

A engenharia reversa tem uma relação particularmente próxima com as premissas teóricas do Design Inteligente. A engenharia reversa tem também uma relação particularmente próxima com a biologia molecular. Isto é assim porque a célula viva está repleta de máquinas moleculares que desempenham várias tarefas com objectivos bem definidos. Ao mesmo tempo, estas máquinas, estas biomáquinas, são feitas de aminoacidos e proteinas, que são produzidas directamente a partir do código de informação contido no DNA. Isto torna a célula, as suas partes individuais, e os meios internos de produção, altamente investigáveis pela engenharia reversa, que historicamente é um método de arquitectura/engenharia/estrutural de estudar máquinas e estruturas feitas pelo homem.

(Fonte)

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A Engenharia e a Inteligência

Eu tenho projectado sistemas tais como satelites por mais de 20 anos. Uma das lições que eu aprendi é que os sistemas complexos requerem uma quantidade imensa de inteligência para serem projetados. Eu tenho visto muita complexidade irredutivel na engenharia. Eu também tenho visto órgãos na natureza que apresentam complexidade irredutivel. Num órgão irredutivelmente complexo diversas peças têm que existir em simultaneo para que o sistema possa funcionar de forma útil, assim não pode ter evoluído, pouco a pouco, ao longo do tempo.


Stuart Burgess
, professor no departamento da engenharia mecânica da universidade de Bristol

"The Independent", 9 de Fevereiro de 2007

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Departamento de Engenharia Biológica do MIT

Aqui fica o modo como o MIT descreve o seu departamento de engenharia biológica. Será que a investigação aqui se encaixa melhor no Design Inteligente ou no Darwinismo ?

A Engenharia Biológica [EB] foi fundada em 1998 como uma nova unidade académica departmental do MIT, com a missão de definir e de estabelecer uma nova disciplina que faça a fusão das ciências de vida molecular com a engenharia. O objetivo da nossa disciplina de engenharia biológica, Curso 20, é o avanço fundamental na compreensão de como os sistemas biológicos operam, e desenvolver tecnologias eficazes baseadas na biologia para aplicações através de um largo espectro de necessidades sociais incluindo descobertas no diagnóstico, no tratamento, e na prevenção da doença, no projeto de novos materiais, dispositivos, e processos, e para promover a saúde ambiental. Os programas educacionais inovativos criados pela EB refletem esta ênfase em integrar as biociencias moleculares e celulares com uma abordagem quantitativa, de análise e sintese de engenharia de sistemas, oferecendo oportunidades ao nível do diploma SB em Engenharia Biológica, e ao nível graduado para o Ph.D. em Engenharia Biológica (com ênfase em Biociencias aplicadas ou em Bioengenharia).

MIT = Massachusetts Institute of Technology
(Fonte)


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O Design Inteligente é ciência


O Design Inteligente é uma ciência, não uma fé


Se os Darwinistas distinguissem entre a ciência e as suas crenças religiosas, nós todos seriamos mais sábios, diz Richard Buggs

"É verdade que parece que as coisas complexas na natureza foram projetadas. Darwin sabia disto. Mas a verdade sublime da sua teoria é que ela explica como as coisas complexas podem surgir sem um projeto."
Este era James Randerson defendendo que Darwin refutou o projeto inteligente - o qual, diz ele, não tem nenhum lugar na ciência na escola.

Darwin fez uma contribuição massiva à ciência, e suas idéias ainda hoje sugerem hipóteses. Estas fornecem o ponto de partida para a minha própria pesquisa, publicada nos jornais da evolução. Mas apesar do brilhantismo do trabalho de Darwin, é ser-se demasiado optimista alegar que a sua teoria explica a origem de todas as coisas vivas.

Se Darwin soubesse o que nós agora sabemos sobre a biologia molecular - gigabytes de informação codificada no DNA, abundantes máquinas minúsculas no interior das células, as estruturas altamente específicas de determinadas proteínas - teria ele considerado que a sua teoria era convincente? Randerson pensa que a seleção natural trabalha muito bem para explicar a origem de máquinas moleculares. Mas o fato é que nós ainda somos incapazes de sequer supor quais os mecanismos Darwinianos que estariam na origem da maioria de estruturas biológicas complexas.

Desde Darwin que a ciência vasculhou em todos os cantos, e muitos deles revelaram dados completamente imprevisiveis para a sua teoria. Quem é que, segundo as premissas Darwinianas, esperaria que os padrões da distribuição e da abundância de espécies nas florestas tropicais poderiam ser modelados sem levar em conta a adaptação local? Ou que sempre que sequenciassemos um novo genoma encontrariamos genes únicos, completamente diferentes dos encontrados em outras espécies? Ou que as bactérias se tornam patogénicas (a capacidade de causar a doença) ao perderem genes?


Mas, quaisquer que sejam as limitações do Darwinismo, não é a alternativa do design inteligente "um beco sem saida intelectual"? Não. Se fôr verdadeiro, o DI é um profundo discernimento do mundo natural e um motor para o questionamento cientifico. Os pioneiros da ciência moderna, que estavam convencidos que a natureza foi projetada, conseqüentemente estabeleceram que ela poderia ser compreendida pelos intelectos humanos. Esta confiança ajudou a guiar a revolução científica. Mais recentemente, os proponentes do DI previram que algum "DNA lixo" deveria ter uma função, bem antes de que este ponto de vista se generalizasse entre os Darwinistas.

Mas, de acordo com Randerson, o DI não é uma ciência porque "não há nenhuma evidência que poderia em princípio refutar o DI". Mas relembrem-me, não é precisamente disso que é acusado o Darwinismo? Se, como explicação para a complexidade organizada, o Darwinismo tivesse uma base de evidências convincente, aí muitos de nós desistiriam do DI.

Finalmente, Randerson diz que o DI é "religião pura". De fato, o DI é uma inferência lógica, baseada nos dados recolhidos do mundo natural, e por isso está bem fundado no reino da ciência. Ele não confia na Biblia, no Alcorão, nem em nenhuma autoridade ou tradição religiosa - somente na evidência científica. Quando uma pessoa religiosa defende o ensino do DI na ciência sem identificação do designer, não há nenhuma desonestidade ou "Cavalo de Troia", apenas realismo acerca das limitações do método científico. Se certos Darwinistas tivessem também a honestidade intelectual de distinguir entre a ciência e suas crenças religiosas, a compreensão da ciência pelo público seria bem mais elevada.


Richard Buggs é doutorado em ecologia de plantas e em evolução pela Universidade de Oxford, e faz parte do painel cientifico da "Truth in Science"

The Guardian, 9/1/2007


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Mais um artigo:

O Design Inteligente é baseado no método cientifico, não em fé cega
Steve Renner, 26 de Fevereiro de 2007

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Conferência sobre o DI na Turquia

A primeira conferência trazendo a Design Inteligente à atenção do público Turco teve lugar em 24 de Fevereiro, num dos maiores auditórios de Instambul, o "Cemal Resit Rey Concert Hall". Uma audiência de aproximadamente 500 pessoas, que incluiu muitos estudantes universitários, acadêmicos, cientistas, e jornalistas, todos juntaram-se ao acontecimento e ouviram por 4 horas falar do tema "A Origem Da Vida Na Terra".
(Fonte)

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Cientistas Japoneses cada vez mais interessados no DI

Jonathan Wells visitou recentemente o Japão para dar duas palestras acerca do Design Inteligente e Evolução

O primeiro discurso do Dr.Well (em inglês com tradução simultânea para Japonês) foi para uma conferência internacional de filosofia. Mais de 150 pessoas estiveram presentes, incluindo cientistas e académicos do Japão, Filipinas, Coreia do Sul, India, Taiwan, Grécia e Mongolia. Alguns americanos estiveram presentes, juntamente com participantes do Bangladesh, França, Bulgária, e da Républica Checa. Segundo Wells, a audiência foi cortês, as questões foram penetrantes e os momentos de perguntas e respostas foram bastante activos.

O segundo discurso (em inglês, com tradução simultânea para Japonês) foi para uma audiência de aproximadamente 70 pessoas na universidade de Kokugaku em Kokugakuin. Kokugaku significa de "estudos Japoneses" e esta universidade (com um registro de aproximadamente 5.000 alunos) é uma das duas no Japão acreditadas para treinar mestres de Shinto. Mais uma vez, a audiência foi muito cortês. Apesar de não estarem previstas perguntas, o periodo de perguntas e respostas durou cerca de 40 minutos. As lições de biologia japonesas ensinam puro Darwinismo, com todos os ícones habituais, assim a audiência ficou fascinada pelo revelação de que não está a ser ensinada a verdade às suas crianças. Além disso, embora o Shintoismo seja mais animista do que teista, aparentemente não considera os seres humanos como meros acidentes.

O interesse no DI no Japão, e na verdade por toda a Ásia, tem crescido. Recentemente Sekai Nippo, um jornal diário em Tokyo, publicou uma série dos artigos sobre o DI e realizou entrevistas com Wells e também com William Dembski, Stephen Meyer, Michael Behe e outros.
O que foi mais interessante foi o cartoon que eles publicaram representando os cientistas do DI assaltando o castelo de Darwin.


(Fonte)

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O Castelo de Darwin sendo atacado (CARTOON)

cartoon que eles publicaram representando os cientistas do DI assaltando o castelo de Darwin:



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Artigo finlandês com revisão por pares favorável ao DI

Eis aqui um artigo a favor do Design Inteligente sem as costumeiras notas de esclarecimento (ex. g.: sem a ritualística bajulação de Darwin, e sem a zombaria obrigatória ao Design Inteligente). Talvez isso seja um sinal de coisas por vir.


"Engenharia de proteínas: oportunidades e desafios"

Matti Leisola e Ossi Turunen, do Laboratory of Bioprocess Engineering, Helsinki University of Technology, P.O. Box 6100, 02015 HUT Espoo, Finland

Recebido
: 28 de fevereiro de 2007 Revisado: 20 de março de 2007 Aceito: 21 de março de 2007 Publicado online: 3 de abril de 2007

Resumo "As extraordinárias propriedades das proteínas naturais demonstram que a engenharia de proteína tipo viva é realizável e valiosa. Progresso rápido e resultados impressionantes têm sido feitos em direção a este objetivo usando o design racional e as técnicas aleatórias ou uma combinação das duas. Contudo, nós ainda não temos uma teoria geral sobre como especificar uma estrutura que seja adequada para uma função alvo, nem podemos especificar uma seqüência que dobre numa estrutura alvo. Há também uma confiança exagerada na busca darwiniana cega para se obter resultados práticos. A longo prazo, os métodos aleatórios não podem substituir o insight na construção de proteínas tipo vivas. No futuro próximo, contudo, em desenvolvimento de enzima, nós precisamos confiar numa combinação das duas."

Palavras-chave: Engenharia de proteínas ? Evolução dirigida ? Enzimas


Journal Applied Microbiology and Biotechnology
Publisher Springer Berlin / Heidelberg
Data do Link da Springer Terça-feira, 3 de abril de 2007
(fonte)

William Dembski
(tradução de Enézio)


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Cientistas Dissidentes de Darwin

Cerca de 700 cientistas expondo publicamente o seu cepticismo em relação ao Darwinismo. Vejam aqui a lista de cientistas "Dissidentes de Darwin".


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Premio Nobel vê Design

O Nobel Laureado, Townes: "O Design Inteligente, visto de um ponto de vista cientifico, parece ser bem real"

Charles Townes foi o co-inventor do laser e vencedor do Prémio Nobel de Fisica de 1964.
Jason Rennie do "SciPhi Show" teve uma entrevista com Townes recentemente.
Nessa entrevista Townes critica Dawkins e mostra-se favorável ao Design Inteligente.

Se vc tem um leitor de CD ou qualquer outro dispositivo óptico que usa o laser, vc tem que agradecer a Charles Townes.

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Prémio Nobel vê Informação

"A biologia é hoje uma ciência da informação”.
David Baltimore
http://www.dallasfed.org/research/pubs/science/gillis.pdf

David Baltimore, é um microbiólogo norte americano. Foi premiado, juntamente com Howard Temin e Renato Dulbecco, com o Prémio Nobel da Medicina em 1975, por pesquisas sobre a interação entre tumores viróticos e o material genético.

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E o evolucionismo é científico?

Vejam a opinião de Olavo de Carvalho:

"Mas [os anti-evolucionistas] ainda estão longe de obter o que mais querem: que suas objeções sejam ensinadas nas escolas, junto com os argumentos evolucionistas. Se a evolução fosse uma teoria científica, seu próprio ensino abrangeria necessariamente o estudo dessas objeções."
(A Luta dos Monstros)


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Cientistas alegam ter quebrado a velocidade da luz

Dois cientistas alemães alegam ter conseguido quebrar a velocidade da luz a partir de uma experiência com prismas, informou nesta quinta-feira o jornal britânico Telegraph. Se provado, o feito pode pôr em dúvida a teoria da relatividade, de Albert Einstein.
Segundo Albert Einstein, seria necessário uma infinita quantidade de energia para colocar um objeto a mais de 299.792.458 metros por segundo, a velocidade da luz. No entanto, os cientistas Gunter Nimtz e Alfons Stahlhofen, da Universidade de Koblenz, dizem que podem ter encontrado uma brecha na chave dessa teoria.

Os físicos afirmam que conduziram um experimento no qual microondas de fótons (pequenos pacotes de luz) foram conduzidas "instantaneamente" entre um par de prismas separados por uma distância aproximada de 1 m. Os cientistas estavam investigando um fenômeno chamado "tunelamento quântico", que permite que partículas subatômicas aparentemente quebrem leis inquebráveis da física.

"Até o momento, esta foi a única violação da teoria da relatividade que eu conheço", disse Nimtz à revista New Scientist. Viajar mais rápido do que a luz pode levar a uma variedade bizarra de conseqüências, como um astronauta chegar a um destino antes mesmo de partir.


(Terra)

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sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Florestas PETRIFICADAS - Fossilização Rápida

Por todo o mundo existem florestas fossilizadas.
Algumas destas florestas abrangem áreas enormes de dezenas e até centenas de Km2. Em alguns casos é preservado todo o ecossistema da floresta, incluindo detalhes de folhagem, o que indica ter havido um sepultamento catastrófico, extremamente rápido e simultâneo de toda a área. Árvores inteiras com 40 m de altura são encontradas ainda hoje na sua posição vertical na forma fóssil, em madeira petrificada.

A 'madeira petrificada' pode preservar a estrutura da madeira com todos os seus detalhes, até ao nível microscópico. Estruturas tais como os anéis de crescimento e os vários tecidos são caracteristicas frequentemente observadas.

Acreditava-se que só através de um processo lento de milhares, ou milhões de anos, a madeira se tornava pedra. Mas afinal parece que não tem que ser assim, a petrificação rápida tem sido demonstrada quer por experiências de petrificação de pedaços de madeira bem sucedidas em laboratório, quer pela observação no meio natural em 'tempo real' de florestas dos nossos dias a ficarem petrificadas em apenas alguns anos.

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Floresta Petrificada da Península de Seward

Como a Madeira Se Torna Petrificada?
Geralmente, leva mais de 100.000 anos para que se transforme completamente em pedra, mas na península de Seward foram precisos apenas alguns anos! A surpreendentemente rápida permineralização das florestas no Parque Nacional dos Kenai Fjords provou mais uma vez que o “Alaska é a terra dos extremos”.

A possibilidade de ocorrer o fenómeno de rápida permineralização era somente uma premissa teórica até ao terremoto de 1964. O maior terremoto no hemisfério norte de 9.2 na escala de Richter causou tsunamis de 70m que inundaram as áreas litorais com água do mar em profundidades de 3m a 15m. A submersão longa, até 5 anos em água do mar, fêz com que as árvores substituíssem a água dos seus tecidos por água do mar que continha silica e outros minerais. O tecido orgânico, como a madeira, contém poros e espaços. A água do mar enche os poros dos tecidos orgânicos e move-se através dos espaços celulares. Durante este processo, a água saturada evapora e os minerais excedentes são depositados nas células e nos tecidos. Este processo cría muitas camadas de silica que substitui o tecido orgânico e torna uma árvore, que já foi viva, em pedra.

O processo de petrificação geralmente requer que a madeira seja coberta com agentes tais como cinzas vulcânicas, correntes de lava e lama, sedimentos em lagos e pântanos, ou material arrastado por uma inundação violenta. Dos agentes mencionados deve-se excluir o oxigênio para impedir a deterioração do tecido orgânico, pois a mineralização é geralmente um processo lento.


Após a madeira se tornar petrificada, ela pode durar por eons. Por exemplo, a Floresta Petrificada do Parque Nacional do Nordeste do Arizona tem madeira petrificada que foi preservada por milhões de anos. Durante o período Triassico há mais de 225 milhões de anos, era uma floresta semi-tropical com uma cadeia de montanhas vulcânicas. A cinza vulcânica decompôs-se e libertou produtos químicos na água que escoou nos troncos caídos. Os produtos químicos reagiram com o material orgânico na madeira e formaram cristais de quartzo. A madeira petrificada é muito colorida por causa de muitos tipos de minerais além da silica, provenientes da sua fonte de água.

Os minerais que saturam a água dão a cor à madeira petrificada.


Alguns dos minerais que causam as cores são:
Cobre, Cobalto, e Cromio causa o verde e o azul
Manganês causa o côr de rosa
Carbono causa o preto
Óxidos do ferro causam o vermelho, castanho, e amarelo
Óxidos do manganês causam o preto
Silica causa o branco e cinzento.


FONTE:
Universidade do Alaska


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Achei um site interessante que pode ajudar a perceber melhor os processos de petrificação, explicando diferentes fases do processo, e mostrando fotos da estrutura microscópica da madeira, em diferentes niveis de mineralização.
Aqui fica:


O PROCESSO DA PETRIFICAÇÃO

Embora a madeira petrificada seja encontrada por todo o mundo, alguns dos mais abundantes e bonitos exemplos podem ser encontrados no "Petrified Forest National Park". Para além da apreciação da beleza destes fosseis fascinantes, a madeira petrificada levanta questões específicas para muitos visitantes:

Como a madeira ficou petrificada?
Quanto tempo foi preciso para petrificar a madeira?
O que causa o arco-íris de cores?


A. O processo do petrificação depende de determinadas condições.

- a madeira morta precisa de ser protegida da deterioração
- a madeira morta torna-se saturada com água carregada de minerais. A natureza porosa da madeira permite o movimento de partículas contidas na água.
- a água tem que carregar minerais específicos necessários à petrificação.

Sem proteção, a madeira morta fica susceptível ao ataque de fungos e de outros agentes biológicos de deterioração. A proteção pode vir pelo sepultamento rápido de troncos por cinzas vulcânicas, por lama, por areia, por cascalho, ou por outros sedimentos de granulometria fina, criando um ambiente anaerobico. O desenvolvimento de fungos é também inibido pela solução mineral em que os troncos ficam embebidos.

A - Diagrama da secção transversal de madeira não petrificada


Secção transversal de madeira moderna de cipreste X175


Secção transversal de madeira petrificada X175



B. Após o sepultamento e saturação da madeira pela água carregada de minerais, ocorrem reações químicas entre os minerais e os compostos de celulose das paredes das células da madeira. Começam a crescer cristais minerais nas paredes porosas das células [1], continua na superfície interna das paredes [2], e acaba por encher a cavidade central (lúmen) da própria célula [3]. Se o processo terminar aqui, as paredes da célula permanecem intactas, completamente revestidas com cristais. Este tipo de preservação é chamado de permineralização.

B - Diagrama da secção transversal de madeira petrificada com cristais preenchendo as cavidades


[1] - Secção tranversal, paredes das células infiltradas por quartzo X350


[2] - Secção tranversal, lumens preenchidos por quartzo microcristalino X250


[3] - Secção tranversal, lumens com preenchimentos de quartzo tipo agata X350



C. As condições podem mudar na solução em que se encontra a madeira permineralizada. Se isto acontecer, as paredes das células degradam-se e dissolvem-se, deixando os preenchimentos minerais como moldes perfeitos e finamente detalhados dos lúmens das células. Esta é uma ocorrência rara.

C - Diagrama da secção transversal de madeira petrificada em que as paredes das células se degradaram e ainda têm que ser preenchidas por minerais



D. Contudo, normalmente os cristais crescem nos espaços deixados para trás pela dissolução das paredes das células. Assim, duas fases de deposição de cristais resultam na substituição mineral completa da madeira. Isto cría uma pseudoforma: uma cópia da madeira. Em seções finas da madeira petrificada, os limites entre paredes das células e as cavidades das células podem ser observados usando um microscópio. Minerais, incluindo o ferro, manganês, carbono, e cromo, podem marcar estes limites, causando as cores da madeira petrificada.

D - Diagrama da secção transversal de madeira petrificada em que matéria mineral preencheu os lumens das células e substituiu as paredes das células


Residuos organicos parcialmente removidos das paredes das células. Lumens preenchidos por quartzo. X350


Poucos residuos organicos das paredes das células. Lumens preenchidos por quartzo. X350


Muito poucos residuos organicos permanecem nas paredes das células. Lumens preenchidos por quartzo. X350




Quanto tempo é preciso para o processo

Examinando os troncos petrificados no "Petrified Forest National Park", nota-se que a maioria dos troncos são quase redondos na secção transversal, tal como seriam em vida. Isto indica que o processo ocorreu muito ràpidamente, geologicamente falando. Os troncos encharcados em água não tinham sido esmagados pelo peso dos sedimentos que os soterraram. Como a deposição de sedimentos de rio ocorre muito rapidamente em circunstâncias normais, a possibilidade de o processo de petrificação ocorrer somente em alguns séculos ou até menos, foi teorizada.


A palete da madeira petrificada


As cores mostarda brilhantes através de ricas nuances avermelhadas na madeira petrificada da região da Petrified Forest são causadas por pequenas quantidades de minerais de ferro, hematite, geothite, e limonite misturados com quartzo naturalmente incolor. O verde em alguma da madeira é criado por quantidades pequenas de um mineral cromio. Dependendo das circunstâncias, o preto é causado quer por grandes quantidades de carbono que estava na madeira original ou pelo mineral do ferro magnetite.

Qualquer que seja a côr, o padrão, e o tamanho das peças da madeira petrificadas, esta maravilha natural não é ilimitada. Por mais de um século, peças foram removidas por pessoas, resultadando no desaparecimento da Petrified Forest. Embora 10% do depósito de madeira petrificada esteja protegida e preservada dentro dos limites do Petrified Forest National Park, toneladas continuam a ser roubadas todos os anos. Por favor ajude-nos a proteger este local de importância mundial para as gerações futuras.


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quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Como é que as anémonas têm genes humanos?

Uma outra surpresa para os Darwinistas foi encontrada no genoma da humilde, primitiva anemona do mar.

Num artigo publicado na Science e sumarizado aqui nós descobrimos que:

O DNA recentemente descodificado de um anemona do mar de poucos centimetros de tamanho parece-se surpreendemente com o de nós próprios, uma equipe conduzida por Nicholas Putnam e Daniel Rokhsar do "U.S. Department of Energy Joint Genome Institute" em Walnut Creek, California, relata na página 86. Isto implica que mesmo os genomas muito antigos eram bastante complexos e continham a maior parte dos genes necessários para construir as criaturas multicelulares mais sofisticadas de hoje.

O trabalho é verdadeiramente abalador pelas suas implicações evolucionárias profundas,” diz Billie Swalla, um biólogo do desenvolvimento evolucionário da Universidade de Washington, Seattle.

Como é que o paradigma Darwinista vai explicar isto? Programas geneticos avançados instalados antes de haver a possibilidade da seleção natural agir sobre eles. Mais uma descoberta no mundo real não previstoa pelo, nem mesmo possivel dentro, do paradigma de Darwinista. Mais uma surpresa para os Darwinists.

de UncommonDescent

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Revelando a nova complexidade no Genoma

Uma grande surpresa que está a emergir dos projectos de sequencionamento de genoma é que os seres humanos têm um número de genes codificadores de proteínas comparável a organismos significativamente menos complexos tais como o verme Caenorhabditis elegans. Claramente algo para além do numero de genes está por trás das diferenças geneticas entre as formas de vida mais simples e as mais complexas.

Science Daily, 14 de Agosto de 2007

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Mito de 1%

Mito de 1% - Foi o título de um artigo publicado recentemente na Science escrito por Jon Cohen. Quando o Genoma do Chimpanzé foi publicado em 2005, havia um frenesim dos media que sugeria que agora tinhamos a prova que os Chimpanzés e os seres humanos compartilhavam aproximadamente 99% do DNA. Este engano persistiu por mais de 25 anos e foi baseado originalmente na comparação dos genes codificadores de proteínas das duas espécies . Não obstante, por definição, esta comparação só podia ser baseada nos genes codificadores de proteína que ambas as espécies possuem. Sabe-se agora que os seres humanos possuem centenas de genes que são existem nos chimpanzés.

Um exame mais cuidado dos dados publicados provenientes do projeto do genoma do chimpanzé revela outras diferenças profundas que fazem com que a alegação de 1% de diferenças pareça um tanto tolice. Estas incluem: 1. Diferenças estruturais básicas entre os cromossomas das duas espécies incluindo o número de cromossomas, a posição dos centrómeros e o número de inversões de segmentos e de relocações; 2. Diferenças profundas entre as espécies na seqüência do DNA dentro dos telomeros nas extremidades de cada cromossoma; 3. Seqüências de DNA únicas em cada espécie envolvidas no controle particular e complexo de genes similares; e 4. Regiões radicalmente diferentes e especificas de cada espécie envolvidas na Recombinação Genetica, um processo iniciando na meiose que conduz à formação do esperma e do ovo.

Um trabalho mais recente destacou diferenças entre os seres humanos e os chimpanzés que são muito mais profundas do que se tinha reconhecido anteriormente. Por exemplo, Oldham at al. publicaram um trabalho que descreve redes geneticas nos cérebros do ser humano e do chimpanzé no "Proceedings of the National Academy of Sciences". De acordo com estes autores, 17.4% das conexões de rede no cérebro foram encontradas no ser humano mas não no chimpanzé. Para além disso, Matthew Hahn e colegas de trabalho relataram uma diferença de 6.4% no número da cópias de gene entre o ser humano e o chimpanzé, num artigo de dezembro 2006 da PLoS One.

Com a publicação continuada de dados do projeto ENCODE, tornar-se-á cada vez mais difícil manter a mitologia do 1% de diferença entre as duas espécies. As implicações para a evolução Darwinista são muitas.

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As mutações são insuficientes

Indicios de que se começa a admitir que as mutações não chegam para explicar a biodiversidade. Neste caso, num trabalho na "National Research Council", em que se pode ler o seguinte:

"A seleção natural baseada unicamente nas mutações não é provavelmente um mecanismo adequado para a evolução da complexidade.”

"National Academies" - National Academy of Sciences, National Academy of Engineering and Institute of Medicine dos Estados Unidos
http://books.nap.edu/openbook.php?record_id=11919&page=8

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DNA, mutações e mecanismos de reparação

"Analysis Reveals Extent of DNA Repair Army" (análise revela a extensão do exército do reparação do DNA) é um artigo do instituto médico de Howard Hughes que destaca a importância dos mecanismos de reparação do genoma. O artigo, que dá conta de um estudo novo e da sua publicação na revista Science, revela algumas descobertas surpreendentes das quais nos dá conta o autor sênior Stephen J. Elledge de Harvard.

Citações do artigo em azul:

“Mas precisamente como as células monitoram a integridade de seus genomas, identificam problemas, e intervêm para reparar DNA mal codificado ou partido tem sido um dos segredos mais bem guardados da natureza. Agora, contudo, um relatório na revista Science descreve uma base de dados nova desenvolvida por uma equipe de investigadores do Instituto Médico de Howard Hughes da Escola Médica de Harvard que está fornecendo o primeiro retrato detalhado do exército de mais de 700 proteínas que ajudam a manter a integridade do DNA.”

“A resposta aos danos do DNA é um evento rotineiro na vida de qualquer célula. O Stress causado por fatores ambientais tais como a exposição à luz ultravioleta, à radiação de ionização ou a outros fenômenos ambientais pode fazer com que o DNA quebre ou rearranje seus pares de nucleotidos em maneiras pouco saudáveis. Se tais mutações forem deixados sem qualquer verificação, podem acumular-se ao longo do tempo e levar, finalmente, ao cancro ou ao diabetes.”

“Elledge explicou que duas enzimas críticas, conhecidas no meio científico como o ATM e o ATR, agem como sensores para detectar o problema e iniciar a resposta aos danos do DNA despoletando o aparelho molecular de reparação da célula.”

“Os resultados deste estudo ilustram a larga área de intervenção da resposta aos danos do DNA, que se estende bem além de o que foi antecipado dos estudos anteriores,” ele disse. “


“As proteínas, conhecidas como Abraxas e RAP80, ligam à proteína BRCA1 e forma-se um complexo que governa três modos essenciais do controle de danos do DNA: resistência à danificação, os pontos de verificação genetica que restringem a proliferação da célula, e a reparação do DNA. Há três variantes deste complexo BRCA1 e um é mediado por Abraxas e RAP80, fornecendo janelas potenciais diferentes para o interior da natureza protetora do gene.

Nós temos que parar de pensar sobre BRCA1 como uma única entidade. Há três complexos e o que está fazendo cada um deles? Isso é o que precisa ser descoberto,” Elledge disse.

Ele realçou que saber simplesmente que o BRCA1 vem em três sabores distintos dá a investigadores a possibilidade de classificar cada um na resposta aos danos do DNA e no início dos tumores. “


"Analysis Reveals Extent of DNA Repair Army", 25 de Maio de 2007
http://www.hhmi.org//news/elledge20050525.html


O conhecimento crescente está associado com a descoberta da sempre crescente complexidade biológica. Três variedades de BRCA1 correspondem a três tipos de controle de danos: resistência à danificação, restringir a proliferação da célula por meio dos pontos de verificação genetica e reparação do DNA. Este parece ser um subsistema em que todas as peças são precisas para manter uma reparação genomica eficaz.

Estas são descobertas fascinantes da pesquisa que alteram a nossa concepção de quão vasto e intricado é a rede de proteínas envolvidas em controlar os danos do DNA, como Elledge indicou de forma tão competente.

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O maravilhoso mundo do exército de mecânicos reparadores do DNA

Uma análise publicada recentemente no Howard Hughes Medical Institute revela a extensão de um verdadeiro exército de mecânicos reparadores do DNA.

As células têm a incrível capacidade de manter uma "lista" do seu conteúdo genético, e quando alguma coisa saí errada, elas entram em ação e consertam o dano antes que o câncer ou outra condição que ameace a vida se desenvolva.

A pergunta científica que deve ser feita é: como que as células monitoram a integridade dos seus genomas, identificam os problemas e, acima de tudo, consertam o DNA "quebrado" ou erroneamente codificado? Isso tem sido um dos segredos da natureza mais bem guardado. Não é mais: um relato na revista científica Science descreve um novo banco de dados desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do renomado Howard Hughes Medical Institute da Harvard Medical School fornecendo a primeira descrição detalhadas do exército de mais de 700 proteínas que ajudam a manter a integridade do DNA.

A pergunta impertinente que deve ser feita, e que precisa ser respondida pela ciência é: como que este sistema complexo surgiu? Mutação aleatória filtrada pela seleção natural e outros mecanismos evolutivos de A a Z???

Na revista Science

RESEARCH ARTICLES

ATM and ATR Substrate Analysis Reveals Extensive Protein Networks Responsive to DNA Damage

Shuhei Matsuoka, Bryan A. Ballif, Agata Smogorzewska, E. Robert McDonald, III, Kristen E. Hurov, Ji Luo, Corey E. Bakalarski, Zhenming Zhao, Nicole Solimini, Yaniv Lerenthal, Yosef Shiloh, Steven P. Gygi, and Stephen J. Elledge (25 May 2007) Science 316 (5828), 1160. [DOI: 10.1126/science.1140321]


Leia mais aqui em inglês (sorry, periferia): PDF gratuito -
http://www.hhmi.org/news/pdf/elledge20050525.pdf

pos-darwinista.blogspot.com

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ENCODE: o DNA biologicamente relevante "resiste" a mudança

Na edição especial da revista Genome Research de Junho de 2007, os cientistas comunicam as primeiras descobertas de um projeto chamado ENCODE. Esta 'enciclopédia dos elementos do DNA' tenta descobrir como as nossas células fazem sentido da seqüência do DNA no genoma humano. O ENCODE já chegou a uma conclusão de sabedoria científica convencional: a idéia de que o DNA biologicamente relevante resiste a mudança ao longo do tempo evolutivo.
http://www.genome.org/current.shtml

pos-darwinista.blogspot.com

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quarta-feira, 26 de setembro de 2007

De onde vêm tantas RAÇAS de CÃES ??!

Há dias assisti a um documentário fabuloso num dos canais da TV Cabo acerca da extraordinária variedade de raças de cães que existem actualmente. Apesar de todas as variações impressionantes, todos eles continuam a pertencer a uma mesma espécie.

E apesar de algumas diferenças comportamentais, do ponto de vista genético os cães não podem ser classificados numa espécie diferente do seu antepassado: o LOBO (canis lupus).
Por outras palavras, o DNA dos lobos é praticamente igual ao de qualquer raça de cão desde o minusculo Pinsher ao gigante São Bernardo. O lobo é da mesma espécie de todas essas raças de cães tão diferentes entre si.

A certa altura o investigador disse:
"O que é mais intrigante é o DNA do lobo conter todos os genes que viriam a originar todas essas raças de cães tão diversificadas e com tantas caracteristicas diferenciadas."

Mas parece que não há bela sem senão... o isolamento genético que levou às raças puras tão desejadas pelo homem, trouxe também patologias especificas a cada uma dessas raças puras de cães (doenças que normalmente estão associadas a determinada raça pura).

Bem, que outra conclusão se pode tirar senão de que o lobo não precisou evoluir para se transformar num animal anatomicamente feito para correr, como é o galgo, ou para se transformar num animal de companhia que cabe num bolso como um chiuaua. Não! Não foi preciso evoluir! Bastou isolar alguns dos seus genes... e PUFF centenas de raças de cães de todas as cores e feitios!!!

P.S. - A maior parte das raças de cães que conhecemos actualmente só surgiram nos últimos 100 anos.

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Antepassado de todos os cães - O LOBO (Canis Lupus)
















E aqui fica ,mais uma pequena amostra da impressionante variedade de raças de cães, todas elas são da espécie Canis Lupus, tal como o lobo:

Canis Lupus Chiuaua


Canis Lupus Galgo


Canis Lupus São Bernardo


Canis Lupus Yorkshier Terrier


Canis Lupus Cocker Spaniel


Canis Lupus Dalmata


Canis Lupus Bulldog


Canis Lupus Pequines


Canis Lupus Shar Pei


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Raças endémicas de Portugal

Na revista "National Geographic" de Maio veio um artigo interessante intitulado "O Mapa Escondido do Cão". É sobre um projecto de avaliação da diversidade genética das raças de cães portuguesas levado a cabo por Elisabete Pires, do Instituto Nacional de Engenharia.

Algumas das ideias deixadas neste artigo parecem corroborar a afirmação do investigador do documentário do inicio deste tópico. Recordando a afirmação daquele investigador:
"O que é mais intrigante é o DNA do lobo conter todos os genes que viriam a originar todas essas raças de cães tão diversificadas e com tantas caracteristicas diferenciadas."

Raciação = perda de variabilidade
Quando questionada acerca da composição genética única de algumas raças Elisabete Pires responde da seguinte forma:
"pode tambem ter acontecido que ao longo do tempo, se tenham perdido alguns genótipos por deriva genética e/ou selecção. No caso do cão de castro Laboreiro, por exemplo chegamos à actualidade com uma composição genética muito particular e uma baixa variabilidade genética."

Repararam que ela disse perder genótipos?!! Produção de raças implica perda de informação relativamente ao genoma do "Lobo primordial".
Repararam também que o cão de Castro Laboreiro apresenta "baixa variabilidade genética". Ou seja se percorressemos a arvore geneologica em direcção à base encontrariamos cada vez mais variabilidade até ao avô Lobo...

Lobo Ibérico não foi domesticado
Uma das hipóteses do projecto era investigar sobre possiveis eventos independentes de domesticação do lobo ibérico. Queriam perceber se algumas das raças portuguesas de cães teriam tido a participação do lobo ibérico na sua origem. Concluiram que as raças portuguesas partilham a mesma origem de outras no mundo, ou seja, chegaram cá os primeiros cães e foram apuradas as raças a partir destes.



Veja outro post que trata dos problemas de saúde nos cães de raça pura e suas implicações para a Teoria de Darwin:




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A origem da vida não é consensual. A evolução dos seres vivos não é consensual. A teoria de Lamarck, a teoria de Darwin, e outras, propuseram a transformação dos seres vivos ao longo do tempo.

Mas o evolucionismo e o darwinismo não explicam de forma satisfatória a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.


Este blog trata de Design Inteligente, Darwinismo e Teoria da Evolução