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Darwinismo

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Sete Sinais da Evolução em Acção

Como parte da celebração do 200º aniversário de Darwin, a MSNBC tem vindo a promover fracas evidências a favor da evolução. Na Parte 1, abordei o seu artigo que usava evidências fracas e controversas para documentar a alegada transição dos dinossauros para as aves. Nesta secção, eu vou discutir outro artigo que eles publicaram, "Sete Sinais da Evolução em Acção". Este artigo leva muito pouco tempo para rebater, e quem estiver familiarizado com a argumentação fraca utilizada para promover a evolução neste debate provavelmente será capaz de adivinhar os argumentos utilizados no artigo dos "Sete Sinais" simplesmente lendo a minha resposta àquele artigo. Na verdade, o interessante deste artigo não está tanto na minha resposta, mas na qualidade das evidências que MSNBC está a usar para promover a evolução:

7 Sinais de Microevolução em Acção

Sinal # 1: Os tentilhões de Darwin são evidência de microevoluções triviais.

Sinal # 2: Se são os seres humanos que estão a fazer a selecção, então não é a selecção natural - é a selecção artificial!

Sinal # 3: Os seres humanos não estão a evoluir - nós estamos apenas a ficar mais altos / mais fortes / mais saudáveis devido a uma melhor alimentação/condições de vida, etc. Uma vez que este tipo de alterações não afectam o nosso ADN, não é uma verdadeira "evolução", a não ser que se seja Lamarckiano. É por esta razão que muitos cientistas têm proclamado que a evolução humana agora terminou efectivamente!

Sinal # 4: A resistência bacteriana é uma forma comum e trivial de evolução.

Sinal # 5: pernas de sapos mais compridas? Novamente, isto é microevolução. E as pernas eram apenas 6% mais compridas - quando estamos a falar de pernas que só têm poucos centimetros de comprimento, estamos a falar de milímetros de mudança. Isso não é evolução impressionante.

Sinal # 6: Quanto à evolução das solhas, esse assunto foi debatido há muito tempo na National Geographic Finds Opportunity to Conflate Intelligent Design with Creationism while Misreporting Fish Fossil.

Sinal # 7: Um tipo de lagarto que está a deixar "cair os seus membros"? Ignorando a verdade inconveniente que os "skinks" australianos têm membros bem funcionais, na melhor das hipóteses, isto dá indícios de perda de função. Que tal explicarem o ganho de função?

No final da terceira e quarta parcelas, vou abordar o artigo mais longo da MSNBC que empurra para o público formas alegadamente de transição a partir do registo fóssil.

(por Casey Luskin)

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Foi Darwin que inventou o design inteligente

Olavo de CarvalhoNo recente artigo de opinião de Olavo de Carvalho ele diz entre outras coisas que foi Charles Darwin que inventou o "design inteligente"; que o darwinismo é genocida, desde a sua própria raiz; e mostra os escritos de Darwin que demonstram que o racismo e a apologia do genocídio estiveram presentes na teoria da evolução desde o seu inicio.

Do que diz Olavo destaco os seguintes parágrafos que achei particularmente interessantes, com os quais concordo e até me identifico:

O darwinismo é uma idéia escorregadia e proteiforme, com a qual não se pode discutir seriamente: tão logo espremido contra a parede por uma nova objeção, ele não se defende – muda de identidade e sai cantando vitória. Muitas teorias idolatradas pelos modernos fazem isso, mas o darwinismo é a única que teve a cara de pau de transformar-se na sua contrária e continuar proclamando que ainda é a mesma.

Notem bem: não sou contra a hipótese evolucionista. Do que tenho observado até hoje, devo concluir que sou o único ser humano, no meu círculo de relações próximas e distantes, que não tem a menor idéia de se a evolução aconteceu ou não aconteceu. Todo mundo tem alguma crença a respeito, e parece disposto a matar e morrer por ela. Eu não tenho nenhuma.

Recomendo a leitura do artigo completo:

Por que não sou um fã de Charles Darwin

As festividades bilionárias em comemoração aos duzentos anos de nascimento de Charles Darwin tornam momentaneamente invisíveis alguns fatos essenciais da vida e da obra desse homem de ciência.

Desde logo, Darwin não inventou a teoria da evolução: encontrou-a pronta, sob a forma de doutrina esotérica, na obra do seu próprio avô, Erasmus Darwin, e como hipótese científica em menções inumeráveis espalhadas nos livros de Aristóteles, Sto. Agostinho, Sto. Tomás de Aquino e Goethe, entre outros.

Tudo o que ele fez foi arriscar uma nova explicação para essa teoria – e a explicação estava errada. Ninguém mais, entre os autoproclamados discípulos de Darwin, acredita em “seleção natural”. A teoria da moda, o chamado “neodarwinismo”, proclama que, em vez de uma seleção misteriosamente orientada ao melhoramento das espécies, tudo o que houve foram mudanças aleatórias. Que eu saiba, o mero acaso é precisamente o contrário de uma regularidade fundada em lei natural, racionalmente expressável. O darwinismo é uma idéia escorregadia e proteiforme, com a qual não se pode discutir seriamente: tão logo espremido contra a parede por uma nova objeção, ele não se defende – muda de identidade e sai cantando vitória. Muitas teorias idolatradas pelos modernos fazem isso, mas o darwinismo é a única que teve a cara de pau de transformar-se na sua contrária e continuar proclamando que ainda é a mesma.

Todos os celebrantes do ritual darwiniano, neodarwinistas inclusos, rejeitam como pseudocientífica a teoria do “design inteligente”. Mas quem inventou essa teoria foi o próprio Charles Darwin. Isso fica muito claro nos parágrafos finais de A Origem das Espécies, que na minha remota adolescência li de cabo a rabo com um enorme encantamento e que fez de mim um darwinista, fanático ao ponto de colocar o retrato do autor na parede do meu quarto, rodeado de dinossauros (só agora compreendo que ele é um deles). Agora, graças à amabilidade de um leitor, tomei conhecimento dos estudos desenvolvidos por John Angus Campbell sobre a “retórica das ciências”. Ele estuda os livros científicos sob o ponto de vista da sua estratégia de persuasão. Num vídeo fascinante que vocês podem ver em http://www.youtube.com/watch?v=_esXHcinOdA,



ele demonstra que o “design inteligente” não é apenas um complemento final da teoria darwinista, mas a sua premissa fundamental, espalhada discretamente por todo edifício argumentativo de A Origem das Espécies. O “design inteligente” é, portanto, a única parcela da teoria darwiniana que ainda tem defensores: e estes são os piores inimigos do darwinismo.

É certamente um paradoxo que o inventor de uma explicação falsa para uma teoria preexistente seja celebrado como criador dessa teoria, porém um paradoxo ainda maior é que a premissa fundante da argumentação darwiniana seja repelida como a negação mesma do darwinismo.

Puramente farsesco, no entanto, é o esforço geral para camuflar a ideologia genocida que está embutida na própria lógica interna da teoria da evolução. Quando os apologistas do cientista britânico admitem a contragosto que a evolução “foi usada” para legitimar o racismo e os assassinatos em massa, eles o fazem com monstruosa hipocrisia. O darwinismo é genocida em si mesmo, desde a sua própria raiz. Ele não teve de ser deformado por discípulos infiéis para tornar-se algo que não era. Leiam estes parágrafos de Charles Darwin e digam com honestidade se o racismo e a apologia do genocídio tiveram de ser enxertados a posteriori numa teoria inocente:

“Em algum período futuro, não muito distante se medido em séculos, as raças civilizadas do homem vão certamente exterminar e substituir as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os macacos antropomorfos... serão sem dúvida exterminados. A distância entre o homem e seus parceiros inferiores será maior, pois mediará entre o homem num estado ainda mais civilizado, esperamos, do que o caucasiano, e algum macaco tão baixo quanto o babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o australiano e o gorila.”

Imaginem, durante as eleições americanas, a campanha de John McCain proclamar que Barack Hussein Obama estava mais próximo do gorila do que o candidato republicano!

Tem mais: “Olhando o mundo numa data não muito distante, que incontável número de raças inferiores terá sido eliminado pelas raças civilizadas mais altas!”

Para completar, um apelo explícito à liquidação dos indesejáveis:

“Entre os selvagens, os fracos de corpo ou mente são logo eliminados; e os sobreviventes geralmente exibem um vigoroso estado de saúde. Nós, civilizados, por nosso lado, fazemos o melhor que podemos para deter o processo de eliminação: construímos asilos para os imbecis, os aleijados e os doentes; instituímos leis para proteger os pobres; e nossos médicos empenham o máximo da sua habilidade para salvar a vida de cada um até o último momento... Assim os membros fracos da sociedade civilizada propagam a sua espécie. Ninguém que tenha observado a criação de animais domésticos porá em dúvida que isso deve ser altamente prejudicial à raça humana. É surpreendente ver o quão rapidamente a falta de cuidados, ou os cuidados erroneamente conduzidos, levam à degenerescência de uma raça doméstica; mas, exceto no caso do próprio ser humano, ninguém jamais foi ignorante ao ponto de permitir que seus piores animais se reproduzissem.”

Notem bem: não sou contra a hipótese evolucionista. Do que tenho observado até hoje, devo concluir que sou o único ser humano, no meu círculo de relações próximas e distantes, que não tem a menor idéia de se a evolução aconteceu ou não aconteceu. Todo mundo tem alguma crença a respeito, e parece disposto a matar e morrer por ela. Eu não tenho nenhuma.

No entanto, minha abstinência de opiniões a respeito de uma questão que considero insolúvel não me proíbe de notar a absurdidade das opiniões de quem tenha alguma. Há muito tempo já compreendi que os cientistas são ainda menos dignos de confiança do que os políticos, e os paradoxos da fama de Charles Darwin não fazem senão confirmá-lo. Meus instintos malignos impelem-me a pegar os darwinistas pela goela e perguntar-lhes:

– Por que tanta onda em torno de Charles Darwin? Ele inventou o “design inteligente”, que vocês odeiam, e a seleção natural, que vocês dizem que é falsa. Ele pregou abertamente o racismo e o genocídio, que vocês dizem abominar. Para celebrá-lo, vocês têm de criar do nada um personagem fictício que é o contrário do que ele foi historicamente. Não vêem que tudo isso é uma palhaçada?

Olavo de Carvalho, Diário do Comércio, 20 de Fevereiro de 2009
FONTE: http://www.olavodecarvalho.org/semana/090220dc.html

Uma verdadeira pedrada no charco de águas estagnadas do darwinismo fundamentalista das festividades, efemérides, adulações e bajulações!

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

O mito darwinista do cérebro humano

Ensinaram-nos na escola que o homem evoluiu desenvolvendo o seu cérebro, que à medida que os supostos antepassados primatas evoluíam ficavam com um cérebro cada vez maior, transformando-se assim em hominídeos cada vez mais inteligentes.

Os darwinistas vivem repetindo essa ideia. Os fósseis de crânios continuam ainda a ser apresentados numa disposição que pretende confirmar isso mesmo, numa sequência que vai desde uma capacidade craniana menor para uma capacidade cada vez maior, até o ser mais inteligente, o culminar da evolução humana, o Homo sapiens.

Mas essa ideia já foi um pouco abalada quando se confirmou que um suposto antepassado do homem, o Homo neanderthalensis, supostamente mais primitivo e embrutecido do que o Homo sapiens, tinha uma capacidade craniana bem superior à do homem moderno.

Agora foi a vez de uma equipa brasileira deitar por terra esse mito de que "a maior capacidade cognitiva do ser humano se deve a seu cérebro relativamente avantajado":

cérebro humano macacosUm estudo brasileiro acaba de contestar uma ideia largamente aceita desde o século 19: a de que a maior capacidade cognitiva do ser humano se deve a seu cérebro relativamente avantajado. Os resultados mostram que o tamanho e o número de neurônios do cérebro humano são compatíveis com os de um primata de nosso porte – nem maiores, nem menores do que o esperado.

Figura - A imagem mostra cérebros de primatas: de cima para baixo, galago, sagui, macaco-da-noite, macaco-de-cheiro, macaco reso e homem. O tamanho do cérebro humano coincide com o de um primata de seu porte.


Os pesquisadores, liderados pela neurocientista Suzana Herculano-Houzel, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), descobriram que o cérebro humano tem 86 bilhões de neurônios – e não 100 bilhões, como se acreditava anteriormente. Esse número – na verdade apenas uma estimativa de ordem de grandeza – era amplamente difundido até então, tanto que batiza um livro e a coluna que Roberto Lent – professor da UFRJ e co-autor do trabalho – mantém na CH On-line.

O novo número de neurônios do cérebro humano – calculado oficialmente pela primeira vez – permanece maior do que o de nossos parentes evolutivos, mas é bem próximo do previsto para um cérebro primata do tamanho do nosso, com cerca de 1,5 kg.

Além disso, o estudo mostrou que a quantidade de células gliais (responsáveis pelo suporte e nutrição dos neurônios e pela manutenção das sinapses) no cérebro é quase a mesma dos neurônios – 84 bilhões. A conclusão derruba outro mito amplamente consolidado: o de que haveria no cérebro humano dez células gliais para cada neurônio.

O cálculo do número total de neurônios no cérebro só foi possível graças a um método – chamado de fracionador isotrópico – desenvolvido no Laboratório de Neuroanatomia Comparada da UFRJ. Até então, era difícil estimar com grande precisão a quantidade dessas células, pois a contagem era feita com base em amostras do cérebro, que tem uma distribuição de neurônios muito heterogênea.

O novo método supera esse obstáculo, pois o cérebro é transformado em uma mistura homogênea. Primeiro, o órgão é picado em pedaços e amassado em detergente até que todas as suas células se desfaçam e seus núcleos sejam liberados e fiquem em suspensão. Em seguida, a mistura é agitada até ficar homogênea.

Uma amostra dessa “sopa” é então colhida e analisada ao microscópio para que o número de núcleos presentes seja contabilizado. Os núcleos de neurônios são marcados com corante para serem identificados. A partir da quantidade de neurônios existente na amostra, os pesquisadores conseguem estimar o número dessas células em todo o cérebro.

Nem maior, nem menor
Os resultados, que serão publicados em breve no Journal of Comparative Neurology, são compatíveis com as regras que orientam o processo de formação do cérebro de primatas. Em estudo anterior, feito em parceria com pesquisadores da Universidade de Vanderbilt (Estados Unidos), a equipe mostrou que o cérebro de primatas cresce linearmente à medida que ganha neurônios, uma vez que o tamanho médio dessas células nervosas não se altera.

Com base nessas regras, os pesquisadores concluíram que um primata com 86 bilhões de neurônios deveria ter o cérebro exatamente do tamanho do nosso, com 1,5 kg. Isso significa que “o cérebro humano é apenas um cérebro grande de primata”, como conclui Herculano-Houzel em seu blog, no qual apresentou recentemente os resultados de sua pesquisa.

A ideia amplamente aceita de que o cérebro humano seria maior do que o esperado baseia-se na estrutura física de gorilas, orangotangos e chimpanzés. Esses animais têm o corpo maior do que o nosso, mas seus cérebros são bem menores.

Os pesquisadores brasileiros propõem agora uma hipótese alternativa: todos os primatas – incluindo os humanos – têm cérebros formados do mesmo modo. A diferença é que os corpos de orangotangos, gorilas e chimpanzés cresceram exageradamente em relação ao cérebro que possuem. “Nosso cérebro é feito à semelhança do cérebro dos demais primatas – apenas maior”, enfatiza Herculano-Houzel.


Fonte: Ciência Hoje On-line, 19/02/2009


O artigo é claramente darwinista, e é bem patente a plasticidade da visão darwinista que consegue sempre contornar as novas evidências e interpretá-las segundo a essência transformista.

Mas o que ressalta destas descobertas recentes é que muito do que se tornou amplamente aceite, foi promovido (e estabelecido desde o século 19) não por evidências empíricas e observáveis mas por crenças e fantasias geradas por mentes com necessidade de explicar o mundo natural através das palas darwinistas.

Dava jeito à teoria darwinista que o cérebro humano se explicasse apenas pela soma de neurónios ao longo de gerações e gerações. Mas... parece que afinal a diferença do cérebro humano relativamente aos animais não está tanto em parâmetros quantitativos, mas qualitativos. Quem estuda seriamente o cérebro humano já há muito que abandonou explicações simplistas para o funcionamento da mente humana. A mente humana é de uma complexidade extraordinária. Claro que esta complexidade complica ainda mais as explicações darwinistas para a aquisição das capacidades cognitivas humanas ao longo de um suposto percurso evolutivo...
A Teoria da Evolução vai-se complicando cada vez mais fazendo lembrar as teorias geocêntricas, até que estas foram finalmente substituídas por um modelo bem mais simples e real!

Quanto daquilo que ainda é aceito actualmente como um facto também não passará de crenças e fantasias darwinistas?




Ver também os posts:




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domingo, 22 de fevereiro de 2009

Foi descoberta a Atlântida nas imagens do Google Ocean?

Situado numa área chamada Planície Abissal da Madeira, a grelha foi localizada pelo engenheiro aeronáutico Bernie Bamford enquanto explorava o oceano com o Google Ocean.

Bernie, de 38 nos, de Chester, disse: "Parece um mapa aéreo de Milton Keynes. Tem que ser obra do homem."

atlantis google earth ocean

(clique na imagem para ampliar)

Aquilo é um excerto da noticia de primeira página do tablóide britânico "The Sun" na passada sexta feira.

Apesar do teor sensacionalista, estamos na presença de mais um exemplo claro de inferência de design. Ou seja, todos nós somos capazes de reconhecer que aqueles padrões não podem ter surgido por obra do acaso, através de processos naturais.

De acordo com aquela noticia, e conforme podemos confirmar nós próprios no Google Earth, o "local fica a cerca de 1000 km da costa ocidental de África, próximo das Ilhas Canárias - um local que parece ter sido sugerido pelo filósofo antigo Platão. Ele acreditava que era uma civilização insular que foi assolada por terremotos e submersa há cerca de 12 mil anos atrás.".

Vejam a localização na seguinte imagem:

atlantis location google earth

Vê-se um rectângulo perfeito do tamanho do País de Gales repousando no fundo do Oceano Atlântico a cerca de 5,6 Km de profundidade.

Uma quadricula de linhas perpendiculares, que parece um mapa de uma grande metrópole, está no meio daquele rectângulo.

Elas parecem demasiado extensas e organizadas para terem surgido por fenómenos naturais.

O Google apressou-se a esclarecer que "Dados batimétricos (ou relativos ao terreno do fundo do mar) são frequentemente recolhidos por navios com sonar para medições do fundo do mar".

"As linhas reflectem a passagem do navio à medida que vai recolhendo dados."

O que é interessante neste caso é que independentemente das interpretações que se possam fazer quanto à origem daqueles desenhos (se são vestígios de uma civilização antiga submersa ou se são "rastos" das sondagens de navios modernos, ou mesmo se são desenhos introduzidos por alguém no Google Ocean sem que existam na realidade), de uma coisa ninguém tem dúvidas, é que aquilo não é resultado de processos naturais, mas de um planeamento inteligente. Ou seja todos fazemos a inferência de design. Todos reconhecemos ali a presença de informação complexa especifica.

E o que dirão os darwinistas?

Eu respondo. Os darwinistas dizem: "Dêem-lhes tempo suficiente e puff":
Monkey Nasca Nazca


Vejam outro caso mediático de uma inferência de design:

Desvendado Padrão de Círculos nas Colheitas da Inglaterra


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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Prenda de aniversário a Charles Darwin: O Archaeopteryx

Com o 200º aniversário de Darwin ainda recente, os media estão a tentar impingir o darwinismo mais do que nunca. A MSNBC, em particular, publicou recentemente três artigos subservientes ao darwinismo que tratam das evidências da evolução. O meu objectivo aqui não é refutar exaustivamente tudo o que dizem estes artigos, mas mostrar que, para muitas das evidências que citam a favor da evolução, há um outro lado da história que não está a ser retratado. É um des-serviço informativo que os media só estejam a contar ao público uma versão dos acontecimentos.

Fracas evidências para a Transição Dino-Aves

O primeiro artigo, intitulado "9 links na transição dinossauro-para-ave" destina-se a apoiar a teoria de que as aves evoluíram de dinossauros terópodes. O artigo da MSNBC cita como sua principal evidência fóssil o Archaeopteryx, sobre o qual diz: "as penas do Archaeopteryx e a fúrcula (clavículas soldadas) típica das aves - juntamente com características Archaeopteryxreptilianas como uma longa cauda óssea, garras e dentes - são vistos como fortes indícios de que as aves evoluíram a partir dos dinossauros. "Enquanto não há dúvida de que o Archaeopteryx representa uma espécie de ave com um mosaico de algumas características dos répteis e muitas características das aves, estas observações não são evidência de uma transição, a menos que os fósseis se encaixassem numa imagem maior e coerente da evolução.

O Archaeopteryx era uma verdadeira ave, capaz de voar, mas de onde veio? Os dinossauros terópodes, dos quais se diz que o Archaeopteryx descendeu, viveram pelo menos 20 milhões de anos depois do Archaeopteryx - ver a Nature, vol. 400:58-61 (1 de julho de 1999). Isto deixa-nos numa situação surpreendente: o Archaeopteryx, uma verdadeira ave, não tem quaisquer candidatos fósseis a seus ancestrais. Uma vez que o Archaeopteryx é realmente uma ave, então a partir de qual ser vivo, se é que de algum, as aves evoluíram?

A hipótese de terópodes-para-aves tem problemas maiores do que o da ordem dos fósseis. Uma interpretação evolutiva dos dados fósseis exige que muitas características especializadas fundamentais para o voo das aves, incluindo as penas, tenham evoluído para outras finalidades que não o voo. Supõe-se que as penas tenham evoluído de escamas, mas as penas de voo são tão bem adaptadas ao voo que é difícil imaginar fases funcionais de transição entre as escamas e penas de voo totalmente funcionais. Segundo a sabedoria evolutiva prevalecente, a selecção natural não é a poderosa força motriz da evolução das características necessárias para o voo. Pelo contrário, o voo das aves tornou-se um mero acidente e um subproduto do acaso de uma coincidência morfológica. Isso não abona a favor de uma história evolutiva convincente.

E há outros problemas. O especialista em evolução das aves, Alan Feduccia, explica que a biologia do desenvolvimento desafia a hipótese terópodes-para-aves. Em todos os vertebrados que põem ovos, os dígitos (ou seja, dedos) da mão desenvolvem-se a partir de uma massa de cartilagem. Os dígitos das aves desenvolvem-se a partir dos dígitos 2, 3 e 4 da matriz cartilaginosa, mas há evidências fósseis de que os dinossauros terópodes desenvolviam os seus "dedos" a partir dos dígitos 1, 2 e 3. Isto contradiz fortemente a metodologia cladística que os evolutionistas usam para argumentar que as aves devem ser descendentes dos terópodes.

Mas se as aves não provêm dos terópodes, fica uma grande lacuna, pois não existem nas proximidades fósseis candidatos para o antepassado das aves.

Feduccia conclui: "Apesar de alguns paleontólogos' desesperadamente nos quererem levar a aceitar pela fé que a origem do voo das aves está nos dinossauros, os detalhes da origem das aves permanece esquiva depois de mais de cento e cinquenta anos." Se o Archaeopteryx é a primeira verdadeira ave conhecida, então volto a perguntar, a partir de qual ser vivo, se é que foi de algum, as aves evoluíram? O registo fóssil não nos diz. Simplesmente não existe uma imagem coerente da evolução através desta forma transitória. Talvez a melhor explicação é a de que o Archaeopteryx representa uma forma mosaico onde um projectista criativo utilizou a criatividade para produzir uma variação de um modelo.

O site da MSNBC também faz um grande destaque para evidências altamente circunstanciais e desinteressantes. O site afirma que alguns dinossauros punham 2 ovos de uma vez, e que os pais dinossauros guardavam os ovos. Duas questões: Porque é que isto é uma evidência impressionante de que as aves são descendentes de dinossauros terópodes, e como eles sabem que isto foi assim de facto? Muitas espécies põem ovos (de número variável), e frequentemente os progenitores envolvem-se com a protecção das crias. O artigo também cita uma característica típica das aves presente em algumas ossadas de dinossauros terópodes - a "pneumatização"- em que "sacos de ar do pulmão invadem o osso". Mas novamente, já há muito se sabe que dinossauros não-terópodes muito afastados das aves têm também pneumatização dos seus ossos, por isso esta evidência também não é particularmente interessante. A MSNBC ainda cita o facto de alguns terópodes serem pequenos como outra peça de evidência impressionante de que as aves evoluíram a partir dos terópodes. Perdoe-me se isso me parece com evidências circunstanciais sem qualquer relevância.

Por fim, a história cita dinossauros que alegadamente teriam penas. Supondo-se que eles encontraram verdadeiras penas, e não "pelos de dinossauro", não vale nada que, como Alan Feduccia observa, muitos desses alegados dinossauros com penas estejam "repletos de características secundárias de aves não voadoras", o que significa que eram verdadeiras aves que haviam perdido sua capacidade de voar e não são intermédios evolutivos. Discuti este assunto em detalhe no "É o último 'Dinossauro com Penas' na verdade uma Ave Que Perdeu a Capacidade de Voar?".

Apesar das fracas evidências que sustentam esta história evolucionária, Phillip Johnson fornece uma análise lúcida e caritativa da importância do Archaeopteryx: "O Archaeopteryx é no conjunto um ponto a favor dos Darwinistas, mas quão importante ele é? Pessoas que observam a evidência fóssil como Darwinistas convictos vão ver uma deslumbrante confirmação, mas os cépticos verão apenas uma excepção isolada a um padrão consistente da não-confirmação fóssil.


(por Casey Luskin)




Vejam alguns dos posts relacionados:




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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

200 anos depois de Darwin

Coloco agora nos posts o vídeo que está na barra lateral desde o 200º aniversário de Darwin:


Sorry, está em inglês, mas é muito interessante!

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sábado, 14 de fevereiro de 2009

De Darwin a Hitler

Já que o jornalismo em Portugal não tem coragem de abordar certas questões, demitindo-se das suas funções de informar, aqui ficam 58 minutos em inglês, sobre as implicações éticas e consequências da ideologia darwinista:

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Darwinismo deve Morrer para que a Evolução possa Viver

Cientista propõe fim do "culto a Darwin":

Carl Safina"Só queres saber de dar tiros, de cães e de apanhar ratos", disse Robert Darwin ao seu filho, "e vais ser uma desgraça para ti próprio e para toda a tua família". No entanto o menino irresponsável está por toda parte. Charles Darwin recebe tanto crédito que já não conseguimos distinguir entre ele e a evolução.

Equiparar a evolução a Charles Darwin significa ignorar 150 anos de descobertas, incluindo a maior parte daquilo que os cientistas compreendem hoje sobre a evolução. Como por exemplo: os padrões de hereditariedade de Gregor Mendel (que deram à idéia de selecção natural de Darwin um mecanismo - a genética - pelo qual ela poderia funcionar); a descoberta do DNA (que propiciou um mecanismo à genética e permitiu que víssemos as linhagens evolutivas); a biologia do desenvolvimento (que propicia um mecanismo ao DNA); estudos documentando a evolução na natureza (que converteram hipóteses em factos observáveis); o papel da evolução na medicina e na doença (que propicia relevância imediata ao tópico); e muito mais.

Ao lançar o conceito 'Darwinismo', até mesmo os cientistas e os autores de textos científicos perpetuam a impressão de que a evolução gira em torno de um homem, um livro, uma"teoria". Lin Chi, um mestre budista do século 9, disse "se você encontrar o Buda na estrada, mate-o". A ideia é a de que fazer de um grande professor um ídolo
sagrado de devoção falha a essência dos seus ensinamentos. Portanto, vamos matar Darwin.

Que toda a vida está aparentada por ancestralidade comum e que as populações mudam de forma ao longo do tempo são as pinceladas gerais e finas da evolução. Mas Darwin chegou tarde à festa. Seu avô e outros acreditavam que novas espécies evoluíam. Fazendeiros e criadores de animais continuavam a criar novas variedades de animais e plantas ao determinarem quem é que sobrevivia para procriar, fornecendo uma idéia a Charles Darwin. Tudo que Darwin percebeu foi que a selecção deveria funcionar também na natureza.

Em 1859, as percepções e a experiência de Darwin transformaram-se na "Sobre a Origem das Espécies por Meio da Selecção Natural, ou A Preservação das Raças Favorecidas na Luta pela Sobrevivência". Poucos percebem que ele publicou 8 livros antes e 10 depois do "Origem". Ele escreveu livros fundamentais sobre orquídeas, insectos, cracas e corais. Descobriu como se formam os atóis, e porque eles se localizam nos trópicos.

Reconheça-se o gênio de Darwin. Nenhuma mente correu com tanta liberdade, de forma tão ampla ou com tanto frescura pelas colinas e vales da existência. Mas existe um limite para o crédito que lhe podemos atribuir. Identificar a evolução com Darwin ignora os limites que existiam na sua era e todos os progressos realizados posteriormente.

A ciência era primitiva nos tempos de Darwin. Os navios não tinham motores. Só em 1842, seis anos depois da viagem de Darwin no Beagle, Richard Owen cunhou o termo 'dinossauro'.

Darwin era adulto antes de os cientistas começarem a debater se os germes causavam doenças e se os médicos deveriam limpar seus instrumentos. Na Londres da década de 1850, John Snow combatia a cólera sem saber que era uma bactéria que a causava. Apenas em 1857 Johann Carl Fuhlrott e Hermann Schaaffhausen anunciaram que uma ossada incomum encontrada no vale de Neander, Alemanha, talvez representasse os restos de uma raça humanóide muito antiga. Em 1860, Louis Pasteur executou experiências que negavam a 'geração espontânea', a idéia de que a vida emergia continuamente de coisas não vivas.

A ciência avançou. Mas a evolução parece ter estagnado no seu fundador. Não chamamos à astronomia 'Copernicismo', e nem chamamos à gravidade 'Newtonismo'. "Darwinismo" implica uma ideologia que adere aos ditames de um único homem, como o marxismo. E "ismos" (capitalismo, catolicismo, racismo) não são ciência. O "Darwinismo" implica que os cientistas da biologia "acreditem" na teoria de Darwin. É como se, desde 1860, os cientistas tivessem apenas acenado com a cabeça em concordância com as teorias de Darwin, em vez de desafiarem e testarem as suas idéias ou de acrescentar imensos conhecimentos ao seu trabalho.

Usar frases como "selecção darwiniana" ou "evolução darwiniana" implica que deva existir outra espécie de evolução a operar, um processo que poderia ser descrito com outro adjetivo. Por exemplo, a "física newtoniana" distingue a física mecânica que Newton explorou, da física quântica subatômica. Assim, evolução darwinana suscita uma questão: qual é a outra evolução?

E eis que esse vazio é ocupado pelo design inteligente. Não chego a afirmar que o darwinismo deu origem ao "criacionismo", ainda que os "ismos" traduzam uma equivalência. Mas o termo "darwiniano" montou o palco no qual o "inteligente" agora pode aproveitar os holofotes.

Charles Darwin não inventou um sistema de crença. Ele tinha uma idéia, não uma ideologia. A idéia gerou uma disciplina, e não discípulos. Ele passou mais de 20 anos recolhendo e avaliando evidências e implicações de criaturas similares, no entanto diferentes, separadas no tempo (fósseis) e no espaço (ilhas). Isso é ciência.

E é por isso que temos que nos livrar de Darwin.

Quase tudo que compreendemos sobre a evolução surgiu não de Darwin, mas depois dele. Ele nada sabia de hereditariedade ou genética, dois componentes fundamentais no estudo da evolução. E esta última não era nem mesmo idéia original dele.

O avô de Darwin, Erasmus, acreditava que a vida tinha-se desenvolvido de um único ancestral. "Será que podemos conjecturar que uma e mesma espécie de filamentos vivos foi a causa de toda vida orgânica?", ele questionava no "Zoonomia", em 1794. Mas não foi capaz de descobrir de que forma isso poderia ter decorrido.

Charles Darwin saiu em busca da explicação. Reflectindo sobre os métodos de plantio selectivo dos agricultores, e considerando a elevada mortalidade das sementes e dos animais selvagens, eleconcluiu que as condições naturais agiam como filtro para determinar que indivíduos sobreviviam para criar mais indivíduos como eles. Darwin chamou a esse filtro selecção natural. O que Darwin tinha a dizer sobre a evolução basicamente começa e acaba logo ali. Darwin deu um passo minúsculo para além daquilo que era do conhecimento comum. Mas porque ele percebeu - correctamente - um mecanismo pelo qual a vida se diversifica, sua percepção desenvolveu um imenso poder.

No entanto, ele não foi o único. Darwin vinha incubando sua tese há duas décadas quando Alfred Russell Wallace escreveu para ele do Sudeste Asiático, delineando a mesma idéia, que ele desenvolvera de forma independente. Temendo que ele perdesse a primazia, os colegas de Darwin organizaram uma apresentação pública na qual ambos os cientistas receberam crédito. Era uma idéia cuja hora havia chegado, com ou sem Darwin.

Darwin pode ter escrito a "obra-prima". Mas havia pontos fracos. Variações individuais ofereciam a base da idéia, mas o que criava essas variações? Pior, as pessoas imaginavam que traços de ambos os pais se combinassem nos descendentes - isso não significaria que um determinado traço viesse a desaparecer por diluição depois de algumas gerações? Porque Darwin e seus colegas eram ignorantes de genética e dos mecanismos da hereditariedade, não conseguiam compreender plenamente a evolução.

Gregor Mendel, um monge austríaco, descobriu que nas plantas das ervilhas, a herança de traços individuais seguia padrões determinados. Apenas depois de a genética redescoberta por Mendel encontrar a selecção natural de Darwin, na síntese moderna dos anos 20, a ciência deu um gigantesco passo à frente quanto à compreensão da mecânica da evolução. Rosalind Franklin, James Watson e Francis Crick propiciaram o próximo salto: o DNA, a estrutura e mecanismo das variações e da hereditariedade.

O intelecto e presciência de Darwin, bem como sua humildade (é sempre aconselhável perceber claramente a nossa ignorância), espantam ainda mais à medida que os cientistas esclarecem, em detalhes que ele jamais imaginou, o quanto suas idéias estavam certas.

Mas de pois de Darwin a nossa compreensão de como a vida funciona não poderá mergulhar na piscina comum das idéias até que ponhamos um fim ao darwinismo como culto. Só quando reconhecermos plenamente o século e meio de contribuições valiosas poderemos apreciar plenamente tanto o gênio de Darwin quanto o facto de que a evolução é a força propulsora da vida, com ou sem Darwin.

Carl Safina, doutorado em Ecologia pela Rutgers University. Carl Safina é membro da MacArthur, professor na Stony Brook University e presidente do Blue Ocean Institute. Escreveu os livros “Música para o Oceano Azul” ,“Olho do Albatroz” e “A Viagem da Tartaruga”.


Fonte: The New York Times


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O Fanatismo do Culto a Darwin


Estas gravações são evidências gritantes da verdadeira natureza do Darwinismo. Não vemos ninguém fazer estas cenas, estes louvores, adulações, bajulações, no aniversário de cientistas noutras áreas da ciência.

Estas atitudes fundamentalistas demonstram bem que a essência do darwinismo não é cientifica, e que é na verdade uma ideologia naturalista que faz tudo por sobreviver.

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A Evolução de Darwin - Fundação Calouste Gulbenkian

a evolução de DARWIN - GulbenkianExposição

A Fundação Calouste Gulbenkian inaugura a 12 de Fevereiro de 2009, data do bicentenário do nascimento de Charles Darwin, a exposição A Evolução de Darwin, que celebra também os 150 anos da publicação do livro A Origem das Espécies, obra fundadora da teoria da evolução.


A exposição dará a conhecer a teoria da evolução de Darwin - uma das mais importantes conquistas da história da ciência - bem como as suas ligações à biologia e à medicina contemporâneas.
Com a Evolução, Darwin explica pela primeira vez, em pleno século XIX, a diversidade da vida na Terra. Testada pelos métodos da observação e da experimentação, a Evolução é hoje uma evidência cientifica, como o são a existência dos átomos ou o movimento da Terra em torno do Sol.
Com implicações em praticamente todas as áreas do conhecimento, a compreensão do mundo natural de Darwin está na base do desenvolvimento de áreas como a farmacologia, a optimização das espécies agrícolas e a sustentabilidade ecológica.
Paralelamente a esta iniciativa, decorrerão outras actividades organizadas para o público de todas as idades, incluindo dois ciclos de colóquios, um programa educativo aberto a todas as escolas do ensino básico e secundário, e ainda a discussão diária de temas sobre evolução no blogue.
O Professor Niles Eldredge, curador da exposição Darwin organizada pelo American Museum of natural History de Nova Iorque, fará a inauguração do ciclo de colóquios A Evolução de darwin.


Esta exposição inclui elementos da exposição DARWIN organizada pelo American Museum of Natural History, New York (www.amnh.org), em colaboração com Museum of Science, Boston, The Field Museum, Chicago, Royal Ontario Museum, Toronto, Natural History Museum, London.


Programa Educativo

Pacote Escola
No âmbito do Programa Educativo será oferecido um Pacote-Escola a todos os grupos escolares, do 1º ciclo do Secundário) inscritos nas visitas guiadas à exposição.

Este pacote contém:
  • 1 Guia para professores (actividades para 1º ciclo, 2ºciclo, 3ºciclo e Secundário)

  • 1 Livro ilustrado sobre evolução para alunos

  • 1 Pequena biografia de Janet Browne sobre Charles Darwin

O Pacote-Escola começará a ser distribuído a partir de 15 de Janeiro aos grupos escolares que efectuarem a sua inscrição nas visitas guiadas à exposição.


Visitas Guiadas

Público em geral:

Terça-feira a Sexta-feira, às 13H15 e às 16h30
Sábados e Domingos, às 11h00, 12h00, 14h30 e 16h30

Grupos Escolares:

Terça-feira a Sexta-feira, das 10h00 às 16h30

As visitas guiadas têm uma duração de cerca de 50 minutos


Ciclo de conferências: No Caminho da Evolução

Outubro de 2008 a Janeiro de 2009
18h00
Aud. 2
Entrada livre


15 Outubro 2008
Darwin: entre a Terra e o Céu
Carlos Marques da Silva
Universidade de Lisboa

5 Novembro 2008
Evolucão e Desenvolvimento: variações a dois tempose muitas cores
Patrícia Beldade
Universidade de Leiden
instituto gulbenkian de ciência

16 Dezembro 2008
Evolução e Biogeografia: porque há tantas
espécies na Terra?
Nuno Ferrand
Universidade do Porto

21 Janeiro 2009
Como nos tornámos humanos?
Eugénia Cunha
Universidade de Coimbra



Ciclo de conferências: A Evolução de Darwin

Fevereiro a Maio 2009
18h00
Aud. 2
Entrada livre



Auditório 2 | 18h00

Transmissão em circuito vídeo nos espaços adjacentes
Videodifusão http://live.fccn.pt/fcg

13 Fevereiro 2009
Darwin: Discovering the Tree of Life
Darwin: À Descoberta da Árvore da Vida
Niles Eldredge, American Museum of Natural History, NY, USA

25 Fevereiro 2009
The Cambridge years: Henslow's legacy, Darwin's inheritance
Os anos de Cambridge: o legado de Henslow e a herança de Darwin
John Parker, Cambridge University, UK

11 Março 2009
Glad to have evolved
Ainda bem que evoluímos!
Olivia Judson, Imperial College, UK

25 Março 2009
Just Before Darwin: the question of species during the 1850's
Antes de Darw in: o conceito de espécie em meados do Séc. XIX
Pietro Corsi, Oxford University, UK

14 Abril 2009
Evolution on a Gaia Planet: Darwin's legacy
Evolução no Planeta Gaia: o legado de Darwin
Lynn Margulis, University of Massachussets, Amherst, USA

29 Abril 2009
Human Evolution: The Molecular Perspective
A Evolução Humana: uma Perspectiva Molecular
Mark Stoneking, Max-Planck Institute for Evolutionary Anthropology, DE

13 Maio 2009
Evolution and Human Affairs
Evolução e Relações Humanas
David Sloan-Wilson, Binghamton University, USA

24 Maio 2009
Evolution of Darwin's Finches
A evolução dos Tentilhões de Darwin
Rosemary e Peter Grant, Princeton University, USA


Fonte: Fundação Calouste Gulbenkian



Pronto, já deixei aqui o programa de doutrinação completo da "maior exposição do mundo" de Darwin (como diz o seu comissário José Feijó).



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Fundamentalismo Darwinista na SIC

No último post vimos aqui um exemplo de falta de isenção jornalística num programa da RTP 2. Agora foi a vez da SIC que colocou no ar uma noticia que evidencia bem a forma servil como alguns jornalistas se colocam ao serviço do darwinismo. A cumplicidade dos meios de comunicação que ajudam à doutrinação do público.

Aqui fica mais um exemplo triste de um jornalismo que deixa de seguir os parâmetros mínimos de isenção e embarca no apoio incondicional e tendencioso à ideologia naturalista/materialista do darwinismo. Vejam:

video fanatismo darwinista sic portugal

Darwin, o novo Jesus

Diz o jornalista:

Na ciência pode dizer-se que há um antes e um depois de Darwin, tal como no Cristianismo o tempo é marcado por Jesus. Charles Darwin nasceu há 200 anos e há 150 escreveu a obra com que mudaria o curso da história.
[muito interessante esse paralelo e revelador - darwinismo é religião disfarçada de ciência! Já tem redentor, uma data para marcar a contagem do tempo, e uma obra para livro sagrado - o evangelho darwinista]

Quem sabe um dia comecem todos a colocar o pinheirinho e a reunir a família para celebrar a natividade de 12 de Fevereiro... Rsrsrs


Fanatismo de José Feijó

Este darwinista já nos tinha brindado com uma evidência de que a Teoria da Evolução, que tantos gostam de dizer que é ciência, afinal tem pretensões a invalidar questões de carácter transcendente, quando disse na RTP 2:

A Teoria invalidou o carácter divino dado à espécie humana!

Pois é! Como é que uma Teoria que fosse cientifica, poderia invalidar o divino do que quer que fosse??? Acho que esse José Feijó deve ser um teólogo disfarçado de biólogo!
Mas, ainda não viram nada. Reparem no que ele diz agora na SIC:
A partir do momento que a ciência diz: "não há intervenção divina na criação do homem", retiramos Deus da criação divina.

Como é que é???? A ciência pode dizer essas coisas??? Claro que não! Agora o darwinismo pode, por isso é que darwinismo não é ciência!
Hehehehe... essa de retirar Deus da criação divina... acho que o darwinismo está a fazer mal ao raciocionio lógico deste darwinsta. É o que dá dedicar-se a especulações e fantasias transformistas...
Já desiludiu como biólogo, agora parece que nem para teólogo tem jeito!... Parece que só tem futuro como darwinista mesmo! rsrs


José Feijó confirma que o Darwinismo não é ciência

Depois de mais um serviço de desinformação por parte do jornalista da SIC quando abana com o espantalho do criacionismo dizendo:
Num momento em que há zonas do mundo como os Estados Unidos onde o evolucionismo continua a ser substituído pelo criacionismo no ensino escolar.

Que eu saiba nos Estados Unidos o que está em causa é se deve ser ensinada ou não aos alunos a controvérsia em torno da Teoria da Evolução, se os alunos devem ou não ter conhecimento dos problemas e falhas da Teoria da Evolução, e não só ensinar virtudes como aconteceu comigo nas aulas de biologia e como penso que ainda acontece por essas escolas deste país. É lógico que ao ensinar uma perspectiva mais realista sobre a Teoria da Evolução obriga ao ensino de outras perspectivas cientificas tais como o Design Inteligente, o que retira o monopólio do ensino aos darwinistas e a exclusividade da Teoria da Evolução como possibilidade de explicação dos fenómenos biológicos e da vida.
Mas esses fundamentalistas só sabem é recorrer ao bicho papão do criacionismo, em vez de informarem com isenção e profissionalismo.

E José Feijão dá um tiro no próprio pé:
"Nos Estados Unidos tem a ver com o facto de haver cerca de 50 e tal por cento da população a acreditar que Deus criou o mundo em 7 dias e ter uma visão bíblica da criação, isto é um problema cultural, não é um problema cientifico. São tentativas de enfiar uma perspectiva religiosa e uma tendência religiosa no ensino da ciência. Seria o fim da ciência como é óbvio. Se a ciência não é factual e não é empírica não é ciência."

Ou seja, darwinismo não é ciência, pois não é factual nem empírico (particularmente em relação ao pressuposto fundamental do antepassado comum a todos os seres vivos). O que é óbvio é que uma tendência religiosa já se enfiou na ciência e no ensino há muito tempo, e é mesmo celebrada todos os anos a 12 de Fevereiro. E a presença do darwinismo na ciência, para além de um problema cultural é um problema cientifico, pois tem condicionado a ciência, colocando limites nas linhas de investigação que "têm que ser darwinistas para serem cientificas", e não permitindo que os limites/limitações da Teoria da Evolução, e as suas falhas, sejam convenientemente estudadas e divulgadas.


Darwin o génio?


Quando a artista francesa disse que tiveram várias dificuldades porque não tinham o crânio de Darwin para fazerem a reconstituição, não pude deixar de me lembrar que o cérebro de Einstein foi removido para preservar 7 horas depois de sua morte. Einstein é um bom exemplo de um génio cientista cujas teorias mudaram efectivamente a ciência, que trouxe algo realmente novo à ciência, mas de quem não se faz comparações com Jesus, não há um einsteinismo, nem um dia de Einstein para celebração mundial. Isto mostra bem que o tratamento diferenciado a Darwin, em detrimento de tantos grandes cientistas, ultrapassa a ciência, esconde motivações filosófico-ideológicas que nada têm a ver com ciência.


Vejam também o post:
DARWIN, 200 ANOS DEPOIS


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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

DARWIN, 200 ANOS DEPOIS

Paula Moura PinheiroNo último Câmara Clara, programa da RTP 2, a jornalista Paula Moura Pinheiro convidou José Feijó e Maria de Sousa (ambos darwinistas) para falarem de Darwin.

Este programa revelou não acrescentar muito [talvez nada] ao assunto do darwinismo e da controvérsia que envolve a Teoria da Evolução. Revelou sobretudo servir de propaganda às exposições, mostras, conferências e palestras, que vão ocorrer estes dias para as comemorações de Darwin. Serviu por isso o darwinismo e a ideologia naturalista/materialista que sustenta uma teoria que, apesar de tantos buracos, ainda predomina em muitos meios científicos, como verdade suprema inquestionável, com a cumplicidade dos meios de comunicação que ajudam à doutrinação do público.

Mas, apesar de só terem sido convidados darwinistas, não deixa de ser interessante ouvir o que eles têm para dizer. E se estivermos atentos pode ainda ser mais interessante aquilo que eles não dizem.


A catedral darwinista de Lisboa

O grande destaque do programa vai para a exposição [José Feijó afirma que é a maior do mundo] que será inaugurada na Fundação Calouste Gulbenkian, na próxima Quinta-Feira e que, nos dizem que é o núcleo duro do Museu de História Natural que está pensado para Oeiras . João Caraça, que é o Director do Serviço de Ciência da Gulbenkian, diz algumas coisas curiosas:


João Caraça"A essência da mensagem Darwiniana [mensagem?? hum... já começou a evangelização darwinista?!] é que há uma profunda unidade em todos os seres vivos e a natureza, ou seja, que HÁ, UM, ANTEPASSADO COMUM. [esta última parte da frase foi proferida com uma entoação diferente, com um ênfase especial. Rsrs porque não dois, três quatro, ... antepassados? Ah pois, é uma questão de principio, dogma inquestionável do darwinismo!]

A exposição é o antes, durante, a sua vida, pensamento, a ideia revolucionária, e depois de Darwin (século XX). [Pera aí! e a parte do século XXI? o pós-darwinismo?! Rsrs]

Temos uma escada do DNA que se pode subir e da qual se pode descer pelo escorrega do RNA." [Ah.. para terminar a mensagem nada melhor do que brincar de escorrega! Acho que o darwinismo já entrou no RNA! rsrs]

José Feijó é tão célere a afirmar que a exposição é a maior do mundo como a se declarar crente devoto de Darwin e da selecção natural. E explica que ela será a maior "em termos de área, de percurso expositivo, em termos de cobertura conceptual e histórica, em termos de objectos expostos e em termos de pontos interactivos". Das duas uma, ou ele olha para a exposição com os mesmos óculos distorcidos com que olha para o mundo natural, ou então a exposição é mesmo a maior do mundo. Bem, se for mesmo a maior do mundo, não percam! Se quiserem assistir a um acontecimento único no mundo vão até Lisboa pois ela estará transformada no centro de peregrinação darwinista por excelência, com a maior catedral de ovação, evangelização e doutrinação.

Para além daquela exposição são divulgadas outras iniciativas de adulação a Darwin. Entram no rol:
  • Darwin 150/200 - no Centro de Ciências da Universidade de Coimbra
  • Darwin 200 - Biblioteca Flor Bela Espanca, em Matosinhos
  • Charles Darwin, Evolução e Biodiversidade - Museu de História Natural da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto

Mas, não pensem que são só estas as cerimónias de bajulação. Dizem-nos que "são muitíssimas as iniciativas por todo o país [já agora por todo o mundo, pois darwinismo é religião globalizada] que celebram a revolução de Darwin".


A beleza dos textos sagrados do mestre

José Feijó mostra-se deslumbrado pelas palavras do redentor darwinista. Ele diz:
João Feijóquando chegou aos trópicos e disse: "descrever tudo o que vejo seria como tentar descrever a cor a um cego". Ele escreve muitíssimo bem. [sim? onde?] Aliás, já a autobiografia é um livro fabuloso, de escrita quase perfeita [perfeita? sim? onde? será que perdi essa parte? rsrsrs]. Por exemplo a última frase do Origem das Espécies: "um número incontável das mais belas e maravilhosas formas evoluíram e estão a evoluir" [Realmente é belo! maravilhoso! rsrsrs, só mesmo um darwinista para ver alguma coisa de especial ali...]


Evolução já não é uma Teoria. Agora é um Facto, FACTO, ouviram bem? um FAAAACTTOOO CIEEEENNTTIIIIFIIICOOO

É triste quando o jornalismo deixa de seguir os parâmetros mínimos de isenção e embarca em declarações erradas e tendenciosas, marcadas por um ênfase excessivo o que só por si já demonstra a fragilidade cientifica do suposto facto. Vejam:
"A ideia de que as espécies evoluíram umas a partir das outras já não é uma teoria. É um facto cientifico."
Diz ainda Paula Moura Pinheiro:
"Aquilo que há 150 anos era uma teoria polémica é hoje um facto cientifico."
Gosto muito da forma como esta senhora apresenta seus programas mas acho que desta vez ela "errou feio". Não custava nada ela se informar um pouco para assim poder informar os telespectadores, em vez de os desinformar de forma tão básica. Bastava ela pesquisar um pouco para descobrir que a teoria é cada vez mais polémica e é hoje mais contestada do que nunca precisamente no campo cientifico. Informe-se cara jornalista, e informe com CLARAeza!


A irmandade do darwinismo

Para quem ainda tem dúvidas que o darwinismo é um movimento evangélico-naturalista, uma religião mascarada de ciência, reparem bem no caminho da conversa com Maria de Sousa:

Maria de Sousa"para mim é realmente um ponto muito importante porque se nós percebermos bem o que ele está a dizer na tal última frase [na tal que o outro darwinista tanto se deliciou! :)] da 1ª edição do Origem das Espécies, nós de facto..., no fundo ele revela uma natureza em que somos irmãos, das moscas, dos peixes, das plantas, porque partilhamos bocados que são idênticos no fundo. E esse sentimento acho que... se um dia as pessoas perceberem bem o significado disto [qual é mesmo o significado??!!], e perceberem que somos irmãos no sentido Franciscano, São Francisco é a pessoa que que diz isto, nem Cristo, Cristo não fala nem de cães nem de gatos" [já o redentor darwinista, esse fala de cães, de gatos e muito mais! rsrs]

E aqui José Feijó lembra que algumas religiões orientais já o faziam!

E a Maria de Sousa responde:
"Sim, pois..., exactamente..."
JACKPOT! Esses darwinistas parecem mais druidas do que cientistas verdadeiros! Hehehehehehehehe


Teoria da Evolução invalidou carácter divino do ser humano

O nosso darwinista das grandezas afirmou o seguinte:
A Teoria invalidou o carácter divino dado à espécie humana, passa a ser uma espécie como as outras não é!
[BINGO!!! Uma Teoria que se diz cientifica com pretensões a invalidar questões de carácter transcendente???!! Rsrs... todos devemos estar agradecidos ao senhor da maior exposição darwinista do mundo, por deixar aqui em evidência que o darwinismo tem motivações que vão muito para além do reino natural, biológico, observável, e que é por isso mesmo que não é ciência!]

E a Maria de Sousa questiona:
"Ha!... uma espécie como as outras!..."

E o José Feijó responde:
"Do ponto de vista biológico, atenção!"
[incrível não é?! O homem já mete os pés pelas mãos! Tenta emendar. Mas costuma-se dizer pior emenda que o soneto! é só deixá-los falar!...]

Implicações éticas da Teoria de Darwin

A entrevistadora diz:
"E agora vamos falar das implicações da Teoria de Darwin. Desde logo as implicações são éticas?"

Pois é! Também fiquei alerta para ouvir o que ia sair dali! Esta questão prometia! Muito se podia falar sobre as implicações e consequências éticas do darwinismo sobre as sociedades, de Hitler à opressão das ideologias totalitárias comunistas, e muito mais! Mas desenganem-se! Pois daquela questão não saiu senão mais do mesmo. Ou seja, sobre as implicações éticas da teoria que favorece o mais forte/apto, nada, não saiu NADA! Aonde está o jornalismo corajoso de ir até às últimas consequências e abordar os temas mais complicados?


O santo Darwin

O darwinista José Feijó não se poupa nos elogios e atributos ao mestre. Reparem só, acerca da rivalidade da teoria de Darwin com a de Wallace, ele diz:
Darwin recebe uma carta de Wallace. Wallace ao contrário de Darwin trabalhava para viver. Wallace pede a opinião de Darwin. Darwin que era uma pessoa com um carácter de grande nobreza recebe a carta e pôe-se naquele dilema: "Eu para ser honesto tenho que mandar a carta e perco a originalidade de uma coisa que eu ando a trabalhar à mais de 20 anos, mas se deito a carta para o lixo e publico a minha teoria estou a ser desonesto", o que obviamente era uma coisa que ele nunca admitiria fazer.

E os leitores perguntarão? Como é que o darwinista das grandezas sabia o que ia na mente de Darwin naquela situação? Como ele sabe que Darwin nunca faria aquilo?
Eu respondo: nunca duvidem da imaginação fértil de um darwinista, da sua capacidade de acreditar, da capacidade de um darwinista ver aquilo que quer ver!
Cientista? Esse senhor é mais um bajulador de Darwin, que diz aquilo que os seus pares (e talvez ele próprio) querem ouvir!


A novidade do pensamento de Darwin

Paula Moura Pinheiro pergunta:
Qual é a efectiva novidade do pensamento e da ideia de Darwin?

José Feijó responde:
Há uma enorme variabilidade na natureza, somos todos diferentes, e Darwin aplica a isso a teoria de Malthus que diz que devido à taxa de reprodução ser muito superior àquilo que é a capacidade do meio ambiente suster essa população, necessariamente parte da população vai ter que morrer porque não há recursos. Então Darwin aí, e wallace da mesma maneira, pensam, se calhar a parte da população que sobrevive é aquela que a variabilidade os ajuda a sobreviver. Então se são esses, essas características vão ser transmitidas à descendência. A descendência vai ser levemente diferente e se esse processo for repetido milhares de vezes... E aí o conceito da idade da terra é fundamental, então esta acumulação de pequenas variações ao longo de...

Ou seja, o conceito caduco da selecção natural como motor de biodiversidade (mais tarde associado às mutações ao acaso), mecanismo que parece explicar tudo mas que afinal não explica nada, que está a ser fortemente contestado pelas investigações mais avançadas, continua a merecer o aplauso servil de tantos fundamentalistas. A fé desses darwinistas tem que ser do tamanho desses tantos biliões de anos que eles tanto precisam para encaixar todas as transformações possíveis e imaginárias, e as impossíveis.

Darwinistas e as suas vãs filosofias!
É só deixá-los falar! Rsrsrs...

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A incrível complexidade do flagelo

E agora silenciem-se os adoradores de Darwin:


É fantástica a extraordinária complexidade de tudo aquilo.

E ainda há quem acredite que mecanismos biológicos tão complexos se formaram "por obra do acaso", por um processo de tentativa e erro acidental.
Haja fé!

Procurar entender esta complexidade incrível que encontramos nos seres vivos, investigá-la, requer alta tecnologia. E é a própria tecnologia humana que no fim de contas fica a ganhar com a compreensão destas nanomáquinas presentes na natureza.

Aquecimento Glogal - Como é que o consumo de energia podia ser controlado para se enfrentar a grande questão que é colocada à humanidade neste século?

Um dos requisitos é um sistema altamente eficiente como nenhum outro.

E de facto existe um motor altamente eficiente com uma taxa de conversão de energia de praticamente 100%. E ainda por cima, gira a uma velocidade de rotação de 1500 rotações por segundo. Muito mais rápido que o mais rápido motor de fórmula 1: o motor flagelar bacteriano.

A estrutura revelada pelo microscópio electrónico é muito semelhante a um motor artificial com o seu estator, rotor e casquilho, e surpreendeu o mundo.

e o Director da investigação diz:
"O cérebro de uma mosca da fruta usa energia em microwatts para controlo complexo de voo e para processamento de informação visual para encontrar comida e voar até ela. Não me parece que um supercomputador possa ainda simular aquilo que o cérebro de uma mosca da fruta faz, mesmo quando usa megawatts de energia. A diferença de mais de 10 ordens de magnitude no nível de energia usada é uma indicação de quão incrível os sistemas biológicos são. E até existem nas bactérias.

O motor flagelar e o aparelho exportador de proteínas usa força movida por protões, ou mecanismos que utilizam o fluxo de protões, a níveis de energia extremamente pequenos. Perceber os mecanismos físicos básicos por trás deles vai fazer chegar o tempo em que eles podem ser realmente utilizados para projectar em engenharia. É trabalhar para alcançar o sonho de resolver os problemas globais de energia e do ambiente. Esta é a dimensão de tudo isto!"

Reiichi Namba - Director de Investigação do Projecto de Nanomáquinas Dinâmicas.

É interessante o contraste entre aquilo que pode produzir a procura de design na natureza e aquilo que normalmente produzem as vãs filosofias darwinistas. E deixa-nos a pensar na utilidade de continuar a alimentar uma ideologia naturalista inútil que precisa de comemorações, efemérides e homenagens constantes, como é o caso agora dos 200 anos de Darwin.

P.S. - Estava aqui eu a apreciar a incrível complexidade da formação do flagelo bacteriano e a pensar que aqueles tipos do vídeo não tinham feito uma única referência à evolução, quando, perto do final, lá surge alguém, sem se saber porque, a fazer um comentário de que aquilo tudo se formou pela evolução ao longo de biliões de anos! Já faltava...
Mas faltou também o como! Se não sabem explicar o "como", mais valia manterem-se em silêncio, pois ao manifestarem-se colocam em evidência o nível de crença que um darwinista precisa de ter face a este nível de complexidade integrada que lhes entra pelos olhos dentro. Haja fé!



Vejam outros posts sobre o flagelo.

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Google Oceans

Google Oceans - Google Earth 5.0 - water temperatureO Google abriu o acesso à descoberta do nosso mundo, e agora leva-nos abaixo da água, permitindo-nos explorar os 70% que ainda faltavam.

  • ver a topografia dos oceanos
  • descobrir informações sobre espécies em vias de extinção
  • localizar destroços de navios afundados
  • encontrar os melhores locais para desportos aquáticos
são apenas algumas das opções desta ferramenta.



No site do Google lê-se:

Mergulhe nos oceanos do mundo com o Google Earth 5.0. Com a nova funcionalidade, você pode penetrar nas profundezas do oceano, aceder a conteúdos exclusivos dos maiores especialistas marinhos, descobrir novos locais de surf e de mergulho, e explorar os destroços de naufrágios em 3D, como os do Titanic.



Para quem ama o mar e os seus mistérios sem dúvida que esta ferramenta gratuita será muito bem vinda.

Google Oceans - Google Earth 5.0 - Diving

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Sondagem revela que o público duvida da Teoria da Evolução

Já aqui havíamos tomado conhecimento de que no Reino Unido mais de um terço (37%) dos professores primários e secundários acham que o criacionismo deveria ser ensinado nas escolas a par com a evolução.

Agora:

Sondagem Darwin Poll

Mais de metade do público no Reino Unido acredita que a teoria da evolução não pode explicar a complexidade da vida na Terra, e que as descobertas sugerem que um "projectista" (ou designer) teve que estar envolvido.

A sondagem, feita pela conceituada firma de sondagens ComRes, veio acender o debate em torno da evolução antes do aniversário dos 200 anos do nascimento de Charles Darwin, a ser comemorado na próxima semana.

O biólogo evolucionista e autor da "Desilusão de Deus", Richard Dawkins, disse que essa pesquisa mostra um nível preocupante de ignorância científica entre os britânicos.

Na sondagem 51% dos inquiridos concordaram com a declaração de que "a evolução por si só não é suficiente para explicar as estruturas complexas de alguns sistemas vivos, e que por isso foi preciso a intervenção de um "designer" (ou projectista) em fases chave"

Uma sondagem recente aos professores de ciências constatou que um em cada três professores acredita que o criacionismo deveria ser ensinado nas aulas de ciências juntamente com evolução e com a teoria da origem do universo, o Big Bang.

Apesar disso, Michael Reiss, biólogo e clérigo anglicano, foi forçado a demitir-se do cargo de director da educação da Royal Society, após ter sugerido que o criacionismo deveria ser discutido nas salas de aulas "não como um equívoco, mas como uma visão do mundo".

Falando no British Association Festival of Science na Universidade de Liverpool, no ano passado, o professor Reiss tinha estimado que cerca de uma em cada 10 crianças vinha de uma família que apoiava uma visão criacionista e não evolucionista.

Fonte: Telegraph, 31 de Janeiro de 2009


Embora seja claro que este artigo do Telegraph pretende levar os leitores a pensar que criacionismo e design inteligente são a mesma coisa, não deixa de ser relevante que as sondagens indiquem que mais de metade das pessoas no Reino Unido duvidam da Teoria da Evolução de Darwin, apesar da propaganda constante das crenças darwinistas por parte dos media, apesar da lavagem ao cérebro todos os dias com documentários especulo-evolutivos nas televisões de toda a gente (de britânicos e portugueses), apesar de tanta tinta que se escreve nas revistas em louvor a Darwin e a uma teoria do século 19. Claro que isto desagrada a Dawkins e companhia...



Vejam alguns dos posts relacionados:


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O flagelo bacteriano aplicado à Medicina

Procurar entender o design existente nos mecanismos naturais e biológicos leva a grandes progressos tecnológicos reais, enquanto que as especulações da biologia darwinista continuam a não produzir mais do que mais especulações, a não acrescentar mais senão mais à sua inutilidade para o desenvolvimento da humanidade.

Procurar inspiração no design dos sistemas biológicos pode mesmo levar a grandes avanços no campo da medicina e à solução de várias doenças.

Um dos maiores problemas que havia para desenvolver micro-robôs era a miniatuarização da fonte de energia e do seu sistema de propulsão. Os cientistas foram buscar a resposta para esse problema no sistema de propulsão das bactérias. O flagelo bacteriano, espécie de cauda em forma de saca-rolhas que gira a velocidades relativamente altas e que permite que a bactéria se movimente.

Agora esta microtecnologia está a chegar à medicina e prestes a entrar nas artérias do corpo humano para resolver vários problemas de saúde.

Várias operações cirúrgicas complexas, necessárias para o tratamento de vítimas de AVC, para tratar artérias endurecidas ou para resolver bloqueios no sangue, estão prestes a tornar-se mais seguras. Investigadores da Micro/Nanophysics Research Laboratory da Monash University da Australia dão os últimos retoques no design de micromotores suficientemente pequenos para serem injectados na corrente sanguínea humana.

Vejam:

Micromotores piezoeléctricos

Micromotores suficientemente pequenos para navegar no interior das artérias e das veias do corpo humano podem-se transformar nas mais modernas ferramentas para o tratamento de problemas cardiovasculares, incluindo embolias, enfartes e derrames.

Os minúsculos motores estão a ser desenvolvidos por investigadores da Universidade Monash, na Austrália. Cada micromotor mede 250 micrômetros (um quarto de milímetro) e seu funcionamento baseia-se na energia piezoeléctrica.

Cirurgias com robôs

As cirurgias não-invasivas, ou minimamente invasivas, estão entre as preferidas pelos médicos e pacientes devido aos menores riscos, menor tempo de internamento e maior conforto para o paciente.
Contudo, nem mesmo nesses casos os riscos estão totalmente afastados, principalmente pela dimensão geralmente excessiva dos cateteres e sondas. Em alguns casos, essas cirurgias não são prescritas justamente porque o local a ser operado, como é o caso de certas artérias, não comporta os equipamentos disponíveis.

Micro-robôs com controlo remoto

Esse problema poderá ser grandemente minimizado com robôs miniaturizados, controlados remotamente por meio de ligações sem fios.

Apesar de grandes progressos em novos sistemas de propulsão, os pesquisadores australianos acreditam que os motores ainda representam uma alternativa mais viável e mais fácil de serem adoptados em larga escala.


Tecnologia dos motores

O problema é que parece que a tecnologia dos motores não tem andado no mesmo ritmo que aquela empregada nos demais componentes utilizados na fabricação de robôs.

"Se você pegar um catálogo de produtos electrónicos, irá encontrar todo tipo de sensor, LED, chips e memória etc., que representam a última palavra em tecnologia e miniaturização. Entretanto, dê uma olhada nos motores e você encontrará poucas mudanças em relação aos motores disponíveis nos anos 1950," diz o Dr. James Friend, coordenador da pesquisa.

Motores piezoeléctricos miniaturizados

Foi pensando nesse hiato tecnológico que ele e a sua equipa desenvolveram os novos motores piezoeléctricos miniaturizados. Ao contrário dos motores eléctricos rotativos convencionais, os motores piezoeléctricos podem ser miniaturizados ao extremo, adaptando-se a uma série de novas aplicações.

"Oportunidades para micromotores estão por toda parte, em campos tão diversos quanto a biomedicina, a electrónica, a aeronáutica e a indústria de automatismos. As respostas para essas necessidades têm sido diversas, com projetos que utilizam forças de accionamento electromagnéticas, electrostáticas, termais e até osmóticas," comenta o Dr. Friend.

"Os designs piezoeléctricos, contudo, têm características de escalabilidade e, em geral, são projectos mais simples, que oferecem uma excelente plataforma para o desenvolvimento de micromotores," conclui ele.

Os pesquisadores agora estão trabalhando no aprimoramento do sistema de controle à distância dos micromotores, para que eles possam ser testados em aplicações reais.

Fonte:
Piezoelectric ultrasonic resonant motor with stator diameter less than 250 µm: the Proteus motor
B Watson, J Friend, L Yeo
Journal of Micromechanics and Microengineering - February 2009 - Vol.: 19, Number 2




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